domingo, 9 de dezembro de 2012

O LÍDER - ATENÇÃO!

  



O que é um líder? Muitas vezes, colocamos as pessoas erradas nas posições de liderança por razões erradas. É incrível como “pessoas bonitas” chegam a ter cargo sem a menor noção de como lidar com responsabilidade, só por sua beleza. Ou aquele tagarela que é bom de papo e aparentemente tem muita sabedoria. Só porque alguém não tem medo de estar na frente, com ou sem microfone, não o faz um bom líder. Pelo contrário, muitas vezes aqueles que gostam do microfone, até do som da sua própria voz, têm motivos errados para estar naquela posição. Eu, pessoalmente, tenho muito receio daqueles que vêm procurando uma posição ou se oferecem para liderar. Você, como líder, tem que ser confiante no seu chamado e do fato que Deus o tem colocado nessa posição para agir, sem apreensão. Mas, “ser confiante” e “estar necessitado da posição”, são coisas bem diferentes. Então, o que faz uma pessoa ser um líder?
- Ser chamado por Deus.
- Estar pronto para liderar.
- Estar pronto e compromissado para o discipulado.
- Estar pronto para ser responsável por outros.
- Ser ligado com Deus.
O CHAMADO
Sempre têm pessoas no mundo que são chamadas por Deus, mas, por uma razão ou outra, negam esse chamado e escolhem fazer outra coisa da vida. E sempre têm aqueles que não são chamados, que acabam assumindo uma posição que não é deles, e o resultado sempre é um desastre. Você tem que possuir um chamado para trabalhar com essa geração, ou a sua vida será um fracasso e grandemente frustrante. Pelo amor de Deus, se você está trabalhando com essa geração como pastor ou líder de jovens ou adolescentes e duvida do seu chamado, faça-lhes um favor, à sua igreja e ao mundo: desista agora. Não há nada pior do que ter alguém numa posição simplesmente para encher buraco ao invés de ter o chamado. Os seus jovens merecem algo melhor. Qual igreja colocará um cara na frente como pastor que não tem chamado de pastor e se o fizer, qual será o resultado? A razão de fazermos questão do chamado de pastorear ou não, antes de se colocar lá, é porque vidas serão envolvidas e, em muitos casos, a eternidade. Qual a diferença então quando falamos da juventude? Não há nenhuma diferença; ou não deve haver. Se você não tem chamado para trabalhar com jovens, não tente. Só bagunçará a vida deles tanto quanto a sua. Recentemente, sai com um rapaz de uma igreja para lancharmos, e este queria a minha opinião em relação a algo que ele deveria fazer. Ele sabia que seria chamado para ser o líder de jovens na igreja e queria a minha opinião. Achava que eu o apoiaria e até o encorajaria com algumas dicas. Mas, eu perguntei: “Cara, você tem o chamado para trabalhar com jovens?” E ele respondeu, “Acho que não. Eles me frustram.” A coisa que eu não entendia era a confusão na sua cabeça de aceitar ou não, algo que ele nem gostava. Falei para ele recusar a posição. Porque se aceitasse, destruiria vidas. E isso é um grande problema com os jovens nas igrejas hoje em dia. Nós temos as pessoas erradas trabalhando com eles. Existe um chamado para se trabalhar com a juventude e só aqueles que o possuem devem estar na posição. Isso pode resolver muitos problemas nas igrejas. Se você não tem o chamado para trabalhar com jovens, não chore, com certeza Deus tem algo separado para você fazer. Procure saber o que é, mas não brinque com a vida daqueles que fazem parte desta geração escolhida. E ainda sendo chamado, isso não é garantia de sucesso ou satisfação na sua vida. Existe mais além do chamado. Saul foi chamado e olhe para o fim da sua vida.

domingo, 2 de dezembro de 2012

A BÍBLIA É UMA LEITURA COMUM?



     
     Romanos 1.15-20
     É percebido que muitos crentes estão sendo levados por inúmeras igrejas indo e vindo sem nenhuma preocupação, ou melhor, sem apoio para seus desejos e anseios. Ao conversar com muitos destes percebemos a falta de profundidade bíblica. São homens e mulheres que conhecem as mesmas histórias que aprendemos nas classes da escola bíblica: Davi e Golias, Sansão e Dalila, a arca de Noé, a travessia do mar vermelho...    
Não venho aqui depreciar nenhum acontecimento das Escrituras Sagradas, porém, o crente precisa aprender a ler! Jesus veio em carne e foi chamado de “A Palavra de Deus”. Ele ensinou e fez muitas coisas. Ele morreu pelos nossos pecados e ressuscitou. Fundou a igreja e derramou o Espírito Santo. Todo esse falar e fazer em que se fundamenta a igreja está preservado em um livro. Ouvimos muitas coisas a todo tempo, com a velocidade atual do mundo paramos de processar, viramos um grande HD, um armazenador de dados incapaz de gerar algo novo. Paulo nos mostra algo importante sobre as Escrituras, o mesmo foi a Tessalônica pregar Cristo, porém, teve que fugir à noite para não ser inquirido pelo magistrado. Foi a Bereia com a mesma finalidade e as Escrituras relatam assim: "Ora, estes foram mais nobres do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra, examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." (Atos 17.11).
Irmãos e amigos existe a leitura passiva que envolve pouco esforço para entendermos, apenas pegamos um livro e lemos. É assim que lemos a Bíblia? Creio que não! A leitura da Bíblia precisa ser ativa, é aprofundar-se na cabeça do autor, é procurar entender cada pedaço: ponto, vírgula, preposição, verbo... Se notarmos encontraremos cristãos com dificuldades para encontrar livros nas Escrituras Sagradas, crentes que fazem a leitura e olham apenas os nomes importantes, contudo não sabem o todo do texto. Há irmão que depois de anos e anos nos seios das igrejas não conseguem defender sua própria fé em Cristo. Gostaria que pensássemos na forma de escrever de Paulo ele não escreve ideias únicas e centralizadas, ele nos leva a uma caminhada de argumentações e lógica, por escrever assim Paulo se utiliza de muitas preposições (pois, isto é, como, porque, desde...). São palavras pequenas que na sua maioria passamos por elas sem darmos a devida atenção e é precioso dizer que cada palavra da Bíblia tem sua importância ela não está ali simplesmente por acaso, vamos entender o que Paulo nos explica:
15              E assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a vós que estais em Roma.
16              Porque não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
17              Porque nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo viverá da fé.
18              Porque do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos homens, que detêm a verdade em injustiça.
19              Porquanto o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
20              Porque as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder, como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Irmãos e amigos acabaram de entender que não devemos nos envergonhar do evangelho, porque é o poder de Deus, porque Nele se descobre a justiça que é Cristo? Se não prestarmos atenção nas pequenas palavras, não entenderemos o que Deus tem para nos dizer, se não entendermos não faremos outros entender e assim estaremos retardando a obra salvadora de Cristo.
Leiamos com atenção e amor, pois a Bíblia é o livro mais completo de todos os tempos

sábado, 24 de novembro de 2012

FINALIDADE DA CRUZ - PARTE III


A cruz revela a malignidade do homem e o amor de Deus
Assim sendo, a cruz revela, pela eternidade adentro, a terrível verdade de que, abaixo da bonita fachada de cultura e educação, o coração humano é “enganoso... mais do que todas as cousas, e desesperadamente corrupto” (Jr 17.9), capaz de executar o mal muito além de nossa compreensão, até mesmo contra o Deus que o criou e amou, e que pacientemente o supre. Será que alguém duvida da corrupção, da maldade de seu próprio coração? Que tal pessoa olhe para a cruz e recue dando uma reviravolta, a partir de seu ser mais interior! Não é à toa que o humanista orgulhoso odeia a cruz!
Ao mesmo tempo que a cruz revela a malignidade do coração humano, entretanto, ela revela a bondade, a misericórdia e o amor de Deus de uma maneira que nenhuma outra coisa seria capaz. Em contraste com esse mal indescritível, com esse ódio diabólico a Ele dirigido, o Senhor da glória, que poderia destruir a terra e tudo o que nela há com uma simples palavra, permitiu-se ser zombado, injuriado, açoitado e pregado àquela cruz! Cristo “a si mesmo se humilhou, tornando-se obediente até à morte, e morte de cruz” (Fp 2.8). Enquanto o homem fazia o pior, Deus respondia com amor, não apenas Se entregando a Seus carrascos, mas carregando nossos pecados e recebendo o castigo que nós justamente merecíamos.

FINALIDADE DA CRUZ - PARTE II



A "palavra da cruz": O Poder de Deus

Paulo afirmou que a “palavra da cruz é loucura para os que se perdem, mas para nós, que somos salvos, poder de Deus” (1 Co 1.18). Assim sendo, o poder da cruz não reside na sua exibição, mas sim na sua pregação; e essa mensagem nada tem a ver com o formato peculiar da cruz, e sim com a morte de Cristo sobre ela, como declara o evangelho. O evangelho é “o poder de Deus para a salvação de todo aquele que crê” (Rm 1.16), e não para aqueles que usam ou exibem, ou até fazem o sinal da cruz.
O que é esse evangelho que salva? Paulo afirma explicitamente: “venho lembrar-vos o evangelho que vos anunciei... por ele também sois salvos... que Cristo morreu pelos nossos pecados, segundo as Escrituras, e que foi sepultado, e ressuscitou ao terceiro dia, segundo as Escrituras” (1 Co 15.1-4). Para muitos, choca o fato do evangelho não incluir a menção de uma cruz. Por quê? Porque a cruz não era essencial à nossa salvação. Cristo tinha que ser crucificado para cumprir a profecia relacionada à forma de morte do Messias (Sl 22), não porque a cruz em si tinha alguma ligação com nossa redenção. O imprescindível era o derramamento do sangue de Cristo em Sua morte como prenunciado nos sacrifícios do Antigo Testamento, pois "sem derramamento de sangue não há remissão" (Hb 9.22); “é o sangue que fará expiação em virtude da vida” (Lv 17.11).
Não dizemos isso para afirmar que a cruz em si é insignificante. O fato de Cristo ter sido pregado numa cruz revela a horripilante intensidade da maldade inata ao coração de cada ser humano. Ser pregado despido numa cruz e ser exibido publicamente, morrer lentamente entre zombarias e escárnios, era a morte mais torturantemente dolorosa e humilhante que poderia ser imaginada. E foi exatamente isso que o insignificante ser humano fez ao seu Criador! Nós precisamos cair com o rosto em terra, tomados de horror, em profundo arrependimento, dominados pela vergonha, pois não foram somente a turba sedenta de sangue e os soldados zombeteiros que O pregaram à cruz, mas sim nossos pecados!

FINALIDADE DA CRUZ - PARTE I


"Já estou crucificado com Cristo; e vivo, não mais eu, mas Cristo vive em mim; e a vida que agora vivo na carne, vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou, e se entregou a si mesmo por mim."  (Gálatas 2 : 20)

A ilusão do "símbolo" do cristianismo
Os elementos anticristãos do mundo secular dariam tudo para conseguir eliminar manifestações públicas da cruz. Ainda assim, ela é vista no topo das torres de dezenas de milhares de igrejas, nas procissões, sendo freqüentemente feita de ouro e até ornada com pedras preciosas. A cruz, entretanto, é exibida mais como uma peça de bijuteria ao redor do pescoço ou pendurada numa orelha do que qualquer outra coisa. É preciso perguntarmos através de que tipo estranho de alquimia a rude cruz, manchada do sangue de Cristo, sobre a qual Ele sofreu e morreu pelos nossos pecados se tornou tão limpa, tão glamourizada.
Não importa como ela for exibida, seja até mesmo como joalheria ou como pichação, a cruz é universalmente reconhecida como símbolo do cristianismo – e é aí que reside o grave problema. A própria cruz, em lugar do que nela aconteceu há, se tornou o centro da atenção, resultando em vários erros graves. O próprio formato, embora concebido por pagãos cruéis para punir criminosos, tem se tornado sacro e misteriosamente imbuído de propriedades mágicas, alimentando a ilusão de que a própria exibição da cruz, de alguma forma, garante proteção divina. Milhões, por superstição, levam uma cruz pendurada ao pescoço ou a tem em suas casas, ou fazem "o sinal da cruz" para repelir o mal e afugentar demônios. Os demônios temem a Cristo, não uma cruz; e qualquer um que não foi crucificado juntamente com Ele, exibe a cruz em vão.

quarta-feira, 21 de novembro de 2012

O CHAMADO PARA O MINISTÉRIO


Todo cristão capaz de disseminar o evangelho tem direito de fazê-lo. Ainda mais, não só tem direito, mas é seu dever fazê-lo enquanto viver (Ap. 22:17). A pro­pagação do evangelho foi entregue, não a uns poucos, mas a todos os discípulos do Senhor Jesus Cristo. Se­gundo a medida da graça a ele confiada pelo propagação Santo, cada discípulo tem a obrigação de ministrar em seu tempo e geração, à Igreja e entre os incrédulos. Na verdade, esta questão vai além dos varões, incluindo todos os elementos do outro sexo. Sejam os crentes homens ou mulheres, quando capacitados pela graça divina, estão todos obrigados a esforçar-se ao máximo para divulgar o conhecimento do Senhor Jesus Cristo.
Todavia, o nosso serviço não assume necessaria­mente a forma particular da pregação. Seguramente, em alguns casos é preciso que não, como por exemplo no caso das mulheres, cujo ensino público é expressa­mente proibido: 1 Tm. 2:12; 1 Co. 14:34. Mas, se temos capacidade para pregar, é mister exercitá-la. Contudo, nesta preleção não me refiro a prédicas oca­sionais, nem a quaisquer outras formas de ministério comuns a todos os santos, mas ao trabalho e ofício do episcopado, em que se incluem o ensino e o governo da Igreja, exigindo a dedicação da vida inteira do ho­mem à obra espiritual, e que ele se separe de todas as carreiras seculares (2 Tm. 2:4). Trabalho e ofício que autorizam o obreiro a contar totalmente com a Igreja de Deus para o suprimento das suas necessidades tem­porais, visto que ele dá todo o seu tempo, energia e esforços para o bem daqueles que estão sob a sua di­reção (1 Co. 9:11; 1 Tm. 5:18). A um homem assim Pedro se dirige com estas palavras'. "Apascentai o re­banho de Deus, que está entre vós, tendo cuidado dele". (I Ped. 5:2) Ora, nem todos de uma igreja po­dem superintender ou governar; alguns têm que ser dirigidos ou governados. E cremos que o Espírito Santo designa na Igreja de Deus alguns para agirem como superintendentes, e outros para se submeterem à vigi­lância de outros, para o seu próprio bem. Nem todos são chamados para trabalhar na palavra e na doutrina, ou para serem presbíteros, ou para exercerem o cargo de bispo. Tampouco devem todos aspirar a essas obras, uma vez que em parte nenhuma os dons necessários são prometidos a todos. Mas aqueles que, como o após­tolo, crêem que receberam "este ministério" (2 Co. 4:1), devem dedicar-se a essas importantes ocupações. Homem nenhum deve intrometer-se no rebanho como pastor; deve ter os olhos postos no Sumo Pastor, e esperar Seu sinal e Sua ordem. Antes que um homem assuma a posição de embaixador de Deus, deve espe­rar pelo chamamento do alto. Se não o fizer, mas se se lançar às pressas ao cargo sagrado, o Senhor dirá dele e de outros semelhantes: "Eu não os enviei, nem lhes dei ordem; e não trouxeram proveito nenhum a este povo, diz o Senhor" (Jr. 23:32).

terça-feira, 20 de novembro de 2012

TRADIÇÂO E TRADICIONALISMO


  A tradição cristã olha com esperança o futuro. O mesmo Jesus que esteve outrora com os nossos irmãos, está conosco hoje e estará no futuro. Vivamos a tradição cristã, amando ao Senhor de todo o nosso coração e ao próximo como a nós mesmos. Socorrer os aflitos e amargurados de alma. "Jesus Cristo é o mesmo, ontem, e hoje, e eternamente."  (Hebreus 13.8)
É precioso levarmos a igreja métodos modernos; tradicionais e dinâmico. Apresentarmos projetos de melhoria e capacitação nos irmãos alunos e professores, utilizar os espaços do prédio da igreja em sua totalidade para que os mesmos não se tornem “elefantes brancos”, modernizar e informatizar literaturas, promover a integração igreja e sociedade. E tudo isto esta atrelado nos ensinamentos do mestre:
a. "Jesus não exige que seus discípulos creiam nele, mas, antes, que creiam com ele, que acreditem na realidade do amor de Deus e que aceitem com plena confiança a convicção da certeza da filiação com o Pai celestial. O Mestre deseja que todos os seus seguidores partilhem plenamente de sua fé transcendental. Jesus, de uma forma muito enternecedora, desafiou seus seguidores não apenas a acreditar no que ele acreditava, mas também como ele acreditava. É esta a significação plena de seu requisito supremo: 'Siga-me'."
b. "'Seguir Jesus' significa partilhar pessoalmente sua fé religiosa e entrar no espírito da vida do Mestre, espírito este de servir de forma abnegada ao homem. Uma das coisas mais importantes da vida humana é descobrir o que Jesus acreditava, quais eram seus ideais, e lutar para alcançar este propósito grandioso da vida. De todo o conhecimento humano, o que tem maior valor é conhecer a vida religiosa de Jesus e como ele a viveu."
c. "Disse-vos isto por parábolas; chega, porém, a hora em que não vos falarei mais por parábolas, mas abertamente vos falarei acerca do Pai."  (João 16.25). Parábola é uma narrativa celestial colocada lado a lado a uma determinada verdade espiritual para fins de comparação e de fácil entendimento. As Parábolas contadas por Jesus Cristo, o Verbo de Deus, na maioria foram fundamentadas em exemplos comuns do dia a dia daqueles que o ouviam.  A narrativa de Jesus em cada Parábola em si própria é simples, resumida e sem colorido literário algum e sua conclusão geralmente é idealizada por Jesus de modo a não permitir dúvidas quanto ao que ele quis nos repassar.
 Jesus sempre encontrou formas atuais da época, para ensinar a todos indistintamente. Usando uma dialética extraordinária que levava o indivíduo a explorar seu interior e percebesse sua mendigues. Então, ensinar e dar capacidade a um de ensinar a outro.

Tito 3 - Análise Teológica Exegética e Contemporânea

  Deus nos salva por sua misericórdia e nos transforma em um povo dedicado ao bem. Essa é a ideia central de Tito 3, que reúne doutrina da s...