domingo, 28 de abril de 2013

CUIDADO COM O QUE FALA!


O ABISMO



(João 1 .1-27)
     Acredito irmãos que todos se não estiveram de frente ao abismo em determinado momento estarão, bem este abismo é a linha tênue entre esta vida e morte. Quem nunca ficou do lado de alguém esperando o momento final? Você já esteve ali? Já foi chamado para ficar junto à linha fina que separa os vivos dos mortos? Já ficou acordado à noite ouvindo o ruído das máquinas bombeando ar para dentro e para fora dos seus pulmões? Já observou a doença corroendo e atrofiando o corpo de um amigo? Já permaneceu no cemitério muito tempo depois que os outros partiram, olhando incrédulo o caixão que contém o corpo que continha a alma de alguém que não pode acreditar que se foi?
     Bem se sua resposta foi positivo você esteve à beira do desfiladeiro, você sentiu o arrepio pelas costas acredito que pronunciou algumas palavras como: Ele não merecia isto! É uma pena! Poderia ter sido eu! E muitos outros. Pois só notamos que dinheiro, casa, trabalho etc. não significam nada quando estamos à beira do precipício. Quando enxergamos que não importa o que façamos estamos perto do fim.
     Lembramos que poderíamos ter brincado mais com nossos filhos poderíamos ter amado mais nossas esposas e maridos, poderíamos ter ajudado o nosso próximo mais vezes, poderíamos ter evitado aquela briga que nos impediu que voltássemos a falar com determinada pessoa, poderíamos ter ouvido mais o canto de um lindo pássaro, enfim poderíamos ter estado com Jesus mais vezes.
     Maria estava à beira do desfiladeiro viu seu irmão morto, acredito que estava ajoelhado em seu leito segurando ternamente as mãos de seu irmão, chorando e pensando em tudo que deixou de fazer com seu querido. Lázaro estava morto. Seu irmão se fora. E o único homem que poderia ter mudado as coisas não aparecera. Não chegara nem mesmo para o funeral. Alguma coisa na morte nos leva a acusar Deus de traição. "Se Deus estivesse aqui não haveria morte!" clamamos.
     Bem irmãos, Jesus volta com seus discípulos até Jerusalém como o texto diz no verso 17 e 18. Ele leva quatro dias, é que de Betânia a Jerusalém eram quase quinze estádios e continuando a entender o contexto, os moradores foram até Maria para consolá-la, bem irmãos e amigos Maria já sabia qeu Jesus estava vindo e o texto fala que ela ficou sentada em casa acredito irmãos, pensando no que adiantaria Jesus vir se o irmão já estava morto, se ela nunca mais poderia ver  seu amado irmão, bem penso que ficou remoendo eu seus pensamentos inúmeras acusações, lamentações contra Jesus.
     Assim somos nós, esperamos sentados por Jesus, não nos levantamos e vamos de fronte a Ele, pois só ele pode nos guiar através do abismo.
     Maria vê Jesus e diz: Senhor se estivesse aqui meu irmão não morreria, mas sei que tudo que pedires a Deus Ele em seu nome concederá, temos que acreditar nisto, pois só Deus pode lhe tirar a dor do abismo, pois Ele pode lhe dizer como disse a Maria seu irmão não morreu ele irá ressuscitar. Irmãos! Jesus se opôs a própria morte Ele é o único que pode dar e tirar a vida Você que ser ressuscitado? Quer sair da beira do abismo? Então, acredite nas palavras dos versos seguintes: “Disse-lhe Jesus: Eu sou a ressurreição e a vida; quem crê em mim, ainda que esteja morto, viverá;  E todo aquele que vive, e crê em mim, nunca morrerá. Crês tu isto?”(João 11:25-26)

segunda-feira, 15 de abril de 2013

O livro de Jonas é uma história real ou é ficção?



JONAS 1.1 
PROBLEMA: Os eruditos bíblicos tradicionais sustentaram que o livro de Jonas registra acontecimentos que de fato ocorreram na história. Entretanto, devido a seu estilo literário e à narração de surpreendentes aventuras vividas pelo profeta Jonas, muitos eruditos da atualidade propõem que não se trata de um livro que narra fatos reais, mas sim uma história de ficção com o propósito de comunicar uma mensagem. Os fatos narrados no livro de Jonas realmente aconteceram, ou não?
SOLUÇÃO: Há uma boa evidência de que os fatos registrados no livro de Jonas são literais e que aconteceram na vida desse profeta.
Primeiro, a tendência de negar a historicidade do livro de Jonas provém de um preconceito contra coisas sobrenaturais. Se é possível acontecer milagres, não há razão alguma para se negar que o livro de Jonas Seja histórico.
Segundo, Jonas e seu ministério profético são mencionados no livro histórico de 2 Reis 14.25. Se sua profecia sobrenatural é mencionada num livro histórico, por que rejeitar então o aspecto histórico de seu livro?
Terceiro, o argumento mais devastador contra a negação da precisão histórica do livro de Jonas é encontrado em Mateus 12.40. Nessa passagem, Jesus prevê a sua própria morte e ressurreição, e prove aos incrédulos escribas e fariseus o sinal que eles lhe pediram. O sinal é a experiência de Jonas. Jesus diz: "Porque assim como esteve Jonas três dias e três noites no ventre do grande peixe, assim o Filho do Homem estará três dias e três noites no coração da terra". Se a história da experiência de Jonas no ventre do grande peixe fosse apenas uma ficção, isso não daria respaldo profético algum ao que Jesus declarava.
O motivo de Jesus fazer referência a Jonas era que, se eles não acreditavam na história de Jonas ter estado no ventre do peixe, também não acreditariam na morte, no sepultamento e na ressurreição de Cristo. Para Jesus, o fato histórico de sua própria morte, sepultamento e ressurreição tinha a mesma base histórica de Jonas no ventre do peixe. Rejeitar uma seria o mesmo que rejeitar a outra - "Se vos falei de coisas terrestres, e não crestes, como crereis, se vos falar das celestiais?"  (João 3.12). De igual modo, se cressem numa dessas bases, teriam de crer na outra.
Quarto, Jesus prosseguiu mencionando detalhes históricos significativos. A sua própria morte, sepultamento e ressurreição era o sinal supremo que atestaria suas reivindicações. Quando Jonas pregou aos gentios descrentes, eles se arrependeram. Mas achava-se Jesus na presença de seu próprio povo, do povo de Deus, e assim mesmo eles recusavam-se a crer. Portanto, os homens de Nínive se levantariam em juízo contra eles, "porque [os de Nínive] se arrependeram com a pregação de Jonas" (Mateus 12.41). Se os eventos do livro de Jonas fossem simplesmente parábolas ou ficção, e não uma história real, então os homens de Nínive na realidade nunca teriam se arrependido, e seu juízo sobre os fariseus impenitentes seria injusto e indevido. Por causa do testemunho de Jesus, podemos ter certeza de que Jonas registra uma história real.
Finalmente, há confirmação arqueológica da existência de um profeta de nome Jonas, cujo túmulo encontra-se no Norte de Israel. Adicionalmente, foram desenterradas algumas moedas antigas, com a inscrição de um homem saindo da boca de um peixe.

domingo, 7 de abril de 2013

AS MARCAS DE UMA IGREJA VERDADEIRA



     A Epístola de Paulo aos Romanos é uma Carta profunda e teologicamente completa. Paulo escreve-a para Igreja em Roma por motivos simples: de conhecê-la, de dividir sua fé com os irmãos da Igreja, demonstrar dons do Espírito e pedir auxilio para que esta igreja o enviasse a Espanha para demonstração eficaz e clara do Evangelho. Gostaria humildemente de entrar com você nesta Carta e nos preencher do amor pelos sinais que Paulo deixa nestes escritos, descortinando o que seria uma Igreja verdadeira.
     Paulo inicia a carta apresentando suas credenciais, informações estas não atribuídas por uma vida acadêmica, ou uma vida debruçada em acumular conteúdos, mas marcas dadas por Deus e intimamente amadas por Paulo onde o mesmo diz - “Paulo, servo de Jesus Cristo, chamado para ser apóstolo, separado para o evangelho de Deus," (Romanos 1.1)[1] Paulo diz que é um apóstolo em grego (αποστολος – Apóstolos) que significa simplesmente mensageiro, enviado para uma causa especial, causa esta de suma importância.
     Paulo deixa claro que é um enviado de Deus, e reconhece que este Deus havia prometido seu Filho, que nasceu da descendência de Davi, declarado filho do Altíssimo, que morreu e ressuscitou dentre os mortos e este é Jesus Cristo Senhor. Paulo termina a apresentação deixando evidente que por Jesus recebemos a Graça (χαρις – Charis - da bondade misericordiosa pela qual Deus, exercendo sua santa influência sobre as almas, volta-as para Cristo, guardando, fortalecendo, fazendo com que cresçam na fé cristã, no conhecimento, na afeição, e desperta-as ao exercício das virtudes cristãs)[2] e o apostolado para sermos firmes em nossa fé, para que todos reconheçam a Jesus.
     Tendo Paulo apresentado sua história e o Evangelho verdadeiro que é Jesus Cristo, descreve as marcas de uma Igreja verdadeira, mas antes de demonstrarmos estas marcas é importante salientar que Paulo não organizou esta Igreja, porém, conhecia-a por seus frutos, e isto é essencial para vida de uma Igreja.
A primeira marca é – a igreja é o povo amado de Deus. “A todos os amados de Deus, que estais em Roma...” (Romanos 1.7) A igreja é o povo que Deus ama, é o povo que mora dentro do coração do Todo Poderoso (myhilo)e – Elohim). Deus amou a igreja na eternidade e atraiu para si – “Com amor eterno eu te amei; por isso, com benignidade te atraí.” (Jeremias 31.3b). Não foi a igreja que escolheu Deus, foi Deus quem a escolheu. Não foi a igreja que amou a Deus primeiro, foi Deus quem a amou. Deus ama tanto a igreja que ela já existia em seu coração antes de lançar os fundamentos da terra.
     Em segundo lugar - a igreja é chamada para ser propriedade de Cristo. “de cujo número sois também vós, chamados para serdes de Jesus Cristo. (Romanos 1.7)” . Os crentes são chamados para serem de Cristo, logo, Ele é nosso Senhor, tudo é para Ele somente para Ele. Meus desejos, meus quereres não mais existem - logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim. (Gálatas 2.20). A igreja é um presente do Deus Pai ao Deus Filho.
     Em terceiro Lugar - a igreja é chamada para ser santa. “... Chamados para serdes Santos...” (Romanos 1.7). Paulo não quer dizer que seremos canonizados, isto é, sermos santos literalmente como a Igreja Católica apregoa. Paulo relata que quando a graça de Jesus atua em nossa vida somos santos (αγιος - hagios – daí deriva a palavra ágio de rápido, consistente, preciso, coerente. E a palavra grega significa sublime, uma coisa grande) Santidade é uma dádiva e uma exigência, precisamos ser ágeis neste processo de santificação que é contínuo. Todos os crentes em Cristo são santos e chamados para se santificarem.
     Em quarto lugar - a igreja recebe paz e graça. “... graça a vós outros e paz, da parte de Deus, nosso Pai, e do Senhor Jesus Cristo. (Romanos 1.7). Muitos, ao ler este trecho apoiam-se na certeza escrita de que é uma saudação, porém é muitos mais que isto, Paulo estava dizendo que estas duas palavras graça (χαρις - da bondade misericordiosa pela qual Deus, exercendo sua santa influência sobre as almas, volta-as para Cristo, guardando, fortalecendo, fazendo com que cresçam na fé cristã, conhecimento, afeição, e desperta-as ao exercício das virtudes cristãs) e paz (ειρηνη – eirene, do verbo grego eiro significa junto, harmonia entre indivíduos, tranquilidade de pensamento, proximidade com outro e concórdia - derivada de duas palavras da língua portuguesa com + cordia, que significa com o coração) só são percebidas dentro da igreja, visto que, graça e paz são propriedades do povo de Deus, a igreja, onde graça é o amor imerecido de Deus aos pecadores, por Jesus Cristo. Paz é o estado de reconciliação com Deus destes pecadores. Só há paz se há Graça, onde não há Graça não há paz.
     Em quinto lugar - a igreja testemunha sua fé. “Primeiramente, dou graças a meu Deus, mediante Jesus Cristo, no tocante a todos vós, porque, em todo o mundo, é proclamada a vossa fé." (Romanos 1.8). A igreja é resgatada do mundo para ser propriedade de Jesus e agora ela é envida para ser embaixadora de Cristo e dar testemunho de sua fé. Paulo deixa claro que a fé dos irmãos em Roma era conhecida em todo lugar, ele mesmo ansiava em dividir esta fé. “em todas as minhas orações, suplicando que, nalgum tempo, pela vontade de Deus, se me ofereça boa ocasião de visitar-vos." (Romanos 1.10).
     Finalizo lhe perguntando quem é a igreja? Sabemos bem que a igreja é você e eu, e se colocarmos dentro de nosso coração as cinco marcas, seremos uma igreja verdadeiramente como Deus planejou em seu coração. Se você ainda não faz parte da igreja de Deus, dada para Jesus Cristo, você apenas precisa tomar para si a graça, só ela lhe basta, e ela é revelada em Cristo Jesus, o Alfa e o Ômega, o ressurreto, o que expurgou todos os nossos pecados na cruz, só Ele pode lhe dar esta dádiva.
Se aceitar o amor de Cristo, você, então, vira propriedade de Cristo, será amado, será Santo, receberá graça e paz e testemunhará da fé.




[1] Sociedade Bíblica do Brasil: Almeida Revista E Atualizada, Com Números De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2003; 2005.
[2] Strong, James: Léxico Hebraico, Aramaico E Grego De Strong. Sociedade Bíblica do Brasil, 2002; 2005 S. H8679.

quinta-feira, 4 de abril de 2013

O PORQUÊ DA PÁSCOA!



     Quando analisamos o texto de Êxodo 12 começamos a entender um pouco mais os planos de Deus para humanidade. Se depois desta análise, fizermos uma ligação com Jesus, ficará claro aos nossos olhos, que a instituição da Páscoa no Egito, fora um vislumbre do que seria a maior Páscoa que mundo já viu.
     Em Êxodo Deus, liberta o povo do cativeiro físico, um local de dor e angústia, onde o povo de Deus, os israelitas, estava sofrendo ao fio do chicote, viviam mesmo como escravos presos a grilhões. Quando Deus institui a Páscoa, ele marca na história daquele povo um acontecimento de libertação, um acontecimento atemporal, isto é, que ultrapassa gerações, pois a ação de Deus foi intensa e perfeita.
     Agora, vamos mergulhar no Novo Testamento, onde Jesus participa da sua última ceia em Lucas 22.7-19. O texto começa deixando claro que o dia da festa dos Pães Asmos chegou, era então o dia de sacrificar o cordeiro, para lembrar-se da libertação do povo de Deus das cadeias egípcias.
     Jesus passa inúmeras instruções de como será realizada a ceia, instruções estas que foram realizadas por Pedro e João. Aqui fica ainda mais claro, se traçarmos um paralelo com Êxodo, onde Deus pede a Moises e Arão, para preparar o povo. Sabemos que Moisés foi o líder que guiou o povo pelo deserto, porém o mesmo não pôde entrar na terra de Canaã, e Arão seu irmão, o Sumo Sacerdote, era o único que podia entrar nos “Santos dos Santos”, homem íntegro e fiel a Deus.
Bem! Se olharmos para Pedro veremos que na mesa da ceia, ele foi avisado de que iria negar a Cristo e João o discípulo amado foi até a Cruz com o Senhor. Não quero aqui dizer que Moisés e Pedro não compreendiam as obras do Reino e nem que Arão e João eram os melhores, mas sim, uma reflexão de que Deus deixou claro os sinais para que hoje pudéssemos olhar as Escrituras Sagradas, e ver que Deus sempre teve um plano maior!
     Voltando ao texto percebemos que os preparativos continuam, e posta a mesa, Jesus toma o pão, dá graças, mais um sinal para lembrar que Deus libertou o povo de Israel. Porém Jesus diz que aquele pão, era seu corpo que seria mutilado na cruz, pão esse de pureza e amor, um pão que não enche a barriga , mas um pão que dá vida. "Porque o pão de Deus é aquele que desce do céu e dá vida ao mundo." (João 6.33)
     Agora Cristo toma o vinho, e declara que aquele vinho era o seu sangue que seria derramado como um sacrifício vivo. Assim feito no êxodo quando o sangue do cordeiro era derramado como sacrifício. "Mas, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue de Jesus Cristo, seu Filho, nos purifica de todo o pecado." (I João 1.7).
     Porém, alguém pode perguntar – “e as ervas amargas que havia no Êxodo?”. Jesus tirou o amargo de nós, ele mesmo o tomou na cruz quando a Ele é levado uma esponja embebida em vinagre. E ali na cruz a Páscoa foi completada, o pão foi entregue, o cordeiro sacrificado e assim nos foi tiradas as algemas do pecado, todos os sinais que Deus preparou no Êxodo cumpriu-se em Jesus, porém Deus deixou algo maior, seu filho Jesus Cristo que nos dá uma liberdade não somente física, mas também espiritual.
     Liberdade esta que João fala - "Se, pois, o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." (João 8.36). Podemos estar presos fisicamente, porém nossa alma está liberta. John Bunyan[1] um homem problemático, viciado em álcool, prostituição e tudo de ilícito, sua família não conseguia lhe controlar, suas crises com Deus e o mundo eram enormes, por fim, a família achou melhor prendê-lo. Foi lá que viveu por dez anos e lá experimentou desta liberdade dada por Jesus. Um belo dia o repórter lhe perguntou - John, você me parece muito feliz, e eu não entendo esta felicidade, todos os outros presos estão tristes e amargurados, ficam sempre falando de como seria bom se estivessem livres, John Bunyan responde – eu estou livre, eu estou liberto, minha experiência com Jesus foi real, eu vejo e cheiro liberdade todos os dias, pois Jesus me permite isto.
O povo de Deus no Êxodo comeu a ceia preparados para marchar rumo a terra de Canaã. Jesus nos convida a marchar com Ele para uma terra maior, uma terra sem dor, sem angústia, uma terra de liberdade.
Gostaria irmão que participássemos desta ceia, uma ceia da liberdade dos pecados que nos escraviza e nos causa dor. Jesus quer me convidar e te convidar. O que prefere, liberdade controlada ou liberdade para sempre? "E conhecereis a verdade, e a verdade vos libertará." (João 8.32)
 Hoje você conhece a verdade da Páscoa, o que lhe impede de tomá-la!


[1] - escritor e pregador cristão nascido em Harrowden, Elstow, Inglaterra, foi o autor de The Pilgrim's Progress (O Peregrino), provavelmente a alegoria cristã mais conhecida em todos os tempos. 

segunda-feira, 25 de março de 2013

FÉ


É sim! Isto é fé, é a capacidade de entender que nossa vida deixou de fazer sentido, e passamos a ser sentidos por Cristo, passamos a entender que só podemos respirar, porque Deus com seu imenso amor, amor inconceituável, nos deu seu filho para remissão de todos os nossos pecados, e isto, se chama graça. Uma pessoa me disse: _ Luciano eu não consigo ver Jesus, como vou saber se ele existe – respondi que o vemos com olhos da alma, ouvimos com os ouvidos da fé, e falamos dele pelo seu muito amor. Vê-lo não é prova de sua não existência. Não vê-lo é uma prova de nossa falida fé. Pense comigo: “uma pequena fé leva as almas para o céu, uma grande fé traz o céu para as almas!” Termino citando Paulo - "Porque, se os que são da lei são herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada." (Romanos 4.14). Não somos co-herdeiro de Deus por Cristo, por nossas crenças, mas sim pela fé no cordeiro que foi morto e reviveu e que vive amém. 

Tito 3 - Análise Teológica Exegética e Contemporânea

  Deus nos salva por sua misericórdia e nos transforma em um povo dedicado ao bem. Essa é a ideia central de Tito 3, que reúne doutrina da s...