É
sim! Isto é fé, é a capacidade de entender que nossa vida deixou de fazer
sentido, e passamos a ser sentidos por Cristo, passamos a entender que só
podemos respirar, porque Deus com seu imenso amor, amor inconceituável, nos deu
seu filho para remissão de todos os nossos pecados, e isto, se chama graça. Uma
pessoa me disse: _ Luciano eu não consigo ver Jesus, como vou saber se ele
existe – respondi que o vemos com olhos da alma, ouvimos com os ouvidos da fé,
e falamos dele pelo seu muito amor. Vê-lo não é prova de sua não existência.
Não vê-lo é uma prova de nossa falida fé. Pense comigo: “uma pequena fé leva as almas para o céu, uma grande fé traz o céu para
as almas!” Termino citando Paulo - "Porque, se os que são da lei são
herdeiros, logo a fé é vã e a promessa é aniquilada." (Romanos 4.14).
Não somos co-herdeiro de Deus por Cristo, por nossas crenças, mas sim pela fé
no cordeiro que foi morto e reviveu e que vive amém.
"χριστω συνεσταυρωμαι ζω δε ουκετι εγω ζη δε εν εμοι χριστος ο δε νυν ζω εν σαρκι εν πιστει ζω τη του υιου του θεου του αγαπησαντος με και παραδοντος εαυτον υπερ εμου" (Gálatas 2.20)
segunda-feira, 25 de março de 2013
quinta-feira, 14 de março de 2013
LENDO A BÍBLIA COM AMOR
Romanos 1.15-20
É percebido que muitos crentes
estão sendo levados por inúmeras igrejas indo e vindo sem nenhuma preocupação,
ou melhor, sem apoio para seus desejos e anseios. Ao conversar com muitos
destes percebemos a falta de profundidade bíblica. São homens e mulheres que
conhecem as mesmas histórias que aprendemos nas classes da escola bíblica: Davi
e Golias, Sansão e Dalila, a arca de Noé, a travessia do mar vermelho...
Não venho aqui depreciar nenhum
acontecimento das Escrituras Sagradas, porém, o crente precisa aprender a ler!
Jesus veio em carne e foi chamado de “A
Palavra de Deus”. Ele ensinou e fez muitas coisas. Ele morreu pelos nossos
pecados e ressuscitou. Fundou a igreja e derramou o Espírito Santo. Todo esse
falar e fazer em que se fundamenta a igreja está preservado em um livro. Ouvimos
muitas coisas a todo tempo, com a velocidade atual do mundo paramos de
processar, viramos um grande HD, um armazenador de dados incapaz de gerar algo
novo. Paulo nos mostra algo importante sobre as Escrituras, o mesmo foi a
Tessalônica pregar Cristo, porém, teve que fugir à noite para não ser inquirido
pelo magistrado. Foi a Bereia com a mesma finalidade e as Escrituras relatam
assim: "Ora, estes foram mais nobres
do que os que estavam em Tessalônica, porque de bom grado receberam a palavra,
examinando cada dia nas Escrituras se estas coisas eram assim." (Atos
17.11).
Irmãos e amigos existe a leitura passiva que envolve pouco esforço para
entendermos, apenas pegamos um livro e lemos. É assim que lemos a Bíblia? Creio
que não! A leitura da Bíblia precisa ser ativa, é aprofundar-se na cabeça do
autor, é procurar entender cada pedaço: ponto, vírgula, preposição, verbo... Se
notarmos encontraremos cristãos com dificuldades para encontrar livros nas
Escrituras Sagradas, crentes que fazem a leitura e olham apenas os nomes
importantes, contudo não sabem o todo do texto. Há irmão que depois de anos e
anos nos seios das igrejas não conseguem defender sua própria fé em Cristo. Gostaria
que pensássemos na forma de escrever de Paulo ele não escreve ideias únicas e
centralizadas, ele nos leva a uma caminhada de argumentações e lógica, por
escrever assim Paulo se utiliza de muitas preposições (pois, isto é, como,
porque, desde...). São palavras pequenas que na sua maioria passamos por elas
sem darmos a devida atenção e é precioso dizer que cada palavra da Bíblia tem
sua importância ela não está ali simplesmente por acaso, vamos entender o que
Paulo nos explica:
15 E
assim, quanto está em mim, estou pronto para também vos anunciar o evangelho, a
vós que estais em Roma.
16 Porque
não me envergonho do evangelho de Cristo, pois é o poder de Deus para salvação
de todo aquele que crê; primeiro do judeu, e também do grego.
17 Porque
nele se descobre a justiça de Deus de fé em fé, como está escrito: Mas o justo
viverá da fé.
18 Porque
do céu se manifesta a ira de Deus sobre toda a impiedade e injustiça dos
homens, que detêm a verdade em injustiça.
19 Porquanto
o que de Deus se pode conhecer neles se manifesta, porque Deus lho manifestou.
20 Porque
as suas coisas invisíveis, desde a criação do mundo, tanto o seu eterno poder,
como a sua divindade, se entendem, e claramente se vêem pelas coisas que estão
criadas, para que eles fiquem inescusáveis;
Irmãos e amigos acabaram de entender
que não devemos nos envergonhar do evangelho, porque é o poder de Deus, porque
Nele se descobre a justiça que é Cristo? Se não prestarmos atenção nas pequenas
palavras, não entenderemos o que Deus tem para nos dizer, se não entendermos
não faremos outros entender e assim estaremos retardando a obra salvadora de
Cristo.
Leiamos com atenção e amor, pois
a Bíblia é o livro mais completo de todos os tempos.
sábado, 9 de março de 2013
HISTÓRIA DE AMOR
Em
uma cidade do interior de Minas Gerais conhecida como Recanto Alegre, vivia uma
família de doze pessoas e estes membros viviam isolados do resto de seus
familiares, pois trabalhavam no campo e se achavam inferiores aos outros
integrantes da família. João Antônio e Maria de Lurdes eram os patriarcas e
esta união gerou dez filhos – Sebastião, o mais velho, Joaquim, Pedro Antônio,
Regivam, Marcelo, Noeli, Cátia, Joselina, Matilde e o mais novo cleiton. Todos
moravam na roça comiam o que plantavam e uma vez no mês o pai ia à cidade para
comprar roupas e calçados e toda vez que isto acontecia o pai levava sempre
dois filhos diferentes e os mesmo o indagavam dizendo – papai porque não posso
ir ver minha avó a mãe do senhor, papai, quero conhecê-la, também quero ver
meus tios e primos e o pai abruptamente respondia – para que? Eles são muito
metidos, nariz em pé, ricos e não vão querer conversar com um monte de pés
descalços como nós.
Por
anos foi assim, porém certa manhã o pai João Antônio começa a chorar sobre a
mesa e todos se assustam, pois era a primeira vez que presenciavam o pai
naquela situação, depois de algum tempo o caçula Cleiton cria coragem a
pergunta ao pai - Tudo bem papai! Responde Sr. João – sim meu filho! É que hoje
minha mão completa 90 anos e faz mais de 15 que eu não a vejo, tenho certeza
que ela já morreu e meus irmãos metidos não vieram aqui me falar, mas deixe
para lá, vida que segue, é por isso que eu não quero vocês com aquele tipo de
gente, resmungou o pai.
Bem
a tardinha ao cair do sol, ao longe, Noeli a filha mais velha observa um ronco
de motor impossível de ser ouvido naquela região, ela fita os olhos na estrada
e observa que era um ônibus, em disparada ela parte ao encontro de seu pai
assustada e fala _ papai é um ônibus com muita gente dentro. O pai parte para
frente da casa e o ônibus encosta, a primeira pessoa que desce é dona
Sebastiana da Conceição sendo apoiada pelos braços e seus olhos já cansados da
idade não se desgrudam de João Antônio e o próprio entra em crise de choro e
corre rápido para os braços de sua mãe que havia pensado estar morta. Sem
conseguir falar devido à emoção e sentindo as mãos de sua mãe alisando seus
cabelos e trazendo à sua memória sua infância quando a mesma lhe fazia este
gesto para ele pegar no sono. Por muito custo ainda entrelaçado em sua mão,
pergunta – Ô minha mão pensei que estivesse morta! A mãe responde – nunca meu
filho! Clamei ao Senhor que não me levasse sem antes abraçar meu filho que por
muito não via e conhecer meus netos.
João
sem entender diz – Porque a senhora nunca veio antes! A mamãe responde – Por
quinze anos ficava no portão de minha casa vendo você e meus netos comprando na
cidade esperando que você me olhasse, esperando entender porque meu filho tinha
tanto ódio de sua mãe. O filho se ajoelha abraça as pernas de sua mão e diz: _ Nunca
mamãe, jamais em meu coração teria ódio da senhora, eu me afastei porque achava
que todos vocês tinham vergonha de mim porque que vivia no meio do mato.
Meu
filho! Exclama a mãe – eu estou aqui para te dizer que para mim não existe
diferença, eu sem você sempre estive pela metade mesmo com seus irmãos perto de
mim, pois a minha vida só é completa com todos vocês ao meu derredor vivendo em
comunhão uns com os outros, e se Deus me levar hoje estou enfim preparada, pois
agora estou completa.[1]
Queridos irmãos, isto
é comunhão, quando estamos juntos a unidade de Cristo se faz completa, quando
separados estamos
O JACARÉ E O MENINO
Quando
abandonamos às Igrejas sem perceber estamos abandonando a Deus. Em um dia
quente de verão lá no interior do Pantanal Mato-grossense. Um garoto foi nadar
no lago que havia atrás de sua casa. Na pressa de mergulhar na água fresca ele
foi correndo… foi deixando para trás os sapatos, as meias e a camisa. Entrou na
água e começou a nadar. Ele nadava naquele lago diariamente e nunca se ouviu
falar na presença de jacaré naquela área.
Mas
naquele dia aconteceu o inesperado! O menino não percebia que enquanto nadava
para o meio do rio, um jacaré estava deixando a margem e entrando na água. Sua
mãe, que estava em casa, olhava pela janela e observava o filho nadando no
lago. De repente, a mãe percebeu que o jacaré estava indo em direção ao seu
filho e estava cada vez mais perto. Desesperada, correu para o rio gritando o
mais alto possível: “Filho! Volte! O jacaré está atrás de você!” Volte! Volte!
Ouvindo a voz da mãe, o menino se alarmou, deu um giro e começou a nadar de
volta ao encontro de sua mãe.
Foi
uma corrida contra o tempo. Os segundos pareciam uma eternidade. Finalmente o
menino chegou à margem. Mas era tarde! Assim que o menino alcançou a mãe, o
jacaré também o alcançou. A mãe agarrou o menino pelos braços enquanto o jacaré
cravou os dentes nos pés do menino. Começou um cabo-de-guerra entre a mãe e o
jacaré. O jacaré era muito mais forte do que a mãe, mas a mãe era por demais
apaixonada para deixar o seu filho ir.
Um
fazendeiro que passava por perto ouviu os gritos, pegou sua arma, fez pontaria
e atirou no jacaré. Após semanas no hospital, o menino sobreviveu. Seus pés
estavam muito feridos por causa do ataque do animal, e, em seus braços, havia
riscos profundos onde as unhas de sua mãe estiveram cravadas no esforço sobre o
filho que ela amava. Um repórter entrevistou o menino e perguntou-lhe se podia
mostrar suas cicatrizes.
O menino levantou seus pés. Mostrou-os ao
repórter. E com orgulho, disse: “Olhe em meus braços. Eu também tenho grandes
cicatrizes em meus braços. Eu tenho essas cicatrizes porque minha mãe não me
deixou ir”. Você e eu podemos nos identificar com esse menino. Nós também temos
muitas cicatrizes. Não são as cicatrizes de um jacaré, ou algo tão dramático.
Mas podem ser as cicatrizes de um passado doloroso. Podem ser algumas
lembranças que incomodam o seu coração. Essas cicatrizes são feias e ainda te
causam dores profundas. Você já parou para pensar no por que dessas cicatrizes?
Algumas foram feitas pelo jacaré. Mas outras foram feitas pela mãe. Algumas
foram feitas pelo maligno e outras foram feitas por Deus.
Deus
é como a mãe daquele menino. Às vezes Ele nos fere para não nos perder para o
maligno! Algumas feridas estão em nós porque Deus se recusou a nos deixar ir. E
enquanto nos esforçávamos, Ele estava nos segurando nos braços. Se hoje você
está passando por um momento difícil, doloroso talvez o que está te causando
dor seja Deus cravando suas unhas em você para não te deixar ir. Deus não vai
entregar você para o jacaré! Deus nunca vai te abandonar e vai fazer o que for
necessário para não te perder, ainda que para isso seja preciso deixar algumas
marcas ou cicatrizes em você. Por que devemos ir à Igreja? A primeira resposta:
Porque a Palavra de Deus nos sustenta. A segunda resposta: Porque Deus nunca
nos abandona. A terceira resposta é: Porque temos as marcas, as cicatrizes de
Jesus. Esta é a grande diferença! Paulo disse: “Eu trago no corpo as marcas de
Jesus” (Gálatas 6.17).
As marcas deixadas em nós desde a
infância até a vida adulta não são simples marcas de expressão. São sinais da
presença constante de Deus.
quinta-feira, 7 de março de 2013
PENSE UM POUCO!
Um frequentador de igreja escreveu para o editor de um jornal e declarou que não
faz sentido ir aos cultos todos os domingos.
"Eu
tenho ido à igreja por 30 anos e durante este tempo devo ter ouvido uns 3.000
sermões. Mas, por minha vida, com exceção de um ou outro, eu não consigo
lembrar da maioria deles... Assim, eu penso que estou perdendo meu tempo e os
pastores também estão desperdiçando o tempo deles".
Esta carta
iniciou uma grande controvérsia na coluna "Cartas ao Editor", para
alegria do editor chefe do jornal, que recebeu diversas cartas, das quais, ele
decidiu publicar esta resposta de outro leitor:
"Eu
estou casado há mais de 30 anos. Durante este tempo minha esposa deve ter
cozinhado umas 3.000 refeições. Mas, por minha vida, com exceção de uma ou
outra, eu não consigo me lembrar da maioria delas, mas de uma coisa eu sei,
todas elas me nutriram e me deram a força que eu precisava para fazer o meu
trabalho. Se minha esposa não tivesse me dado estas refeições, eu e nossos
filhos estaríamos desnutridos ou mortos. Da mesma maneira, se eu não tivesse
ido à Igreja para alimentar minha alma e de minha família, estaríamos hoje em
terríveis condições espirituais".
domingo, 3 de março de 2013
LEGALISMO
Legalismo é
um exterminador da alegria no ministério. Ele destrói a alegria natural que vem
de servir os outros em um ministério, como nunca vi. Já vi mais ministérios
arruinados por causa do legalismo do que por qualquer outra coisa.
O que é
legalismo? Legalismo acontece quando substituímos nosso relacionamento com
Cristo pelas nossas regras e rituais. É uma armadilha sutil que tira o foco do
que Deus fez por você e, vagarosamente, coloca o foco naquilo que você fez por
Deus.
Em
Filipenses 3, Paulo nos fala sem rodeios que experimentou o legalismo. Neste
processo, ele mostra 5 formas diferentes em que incorreu como um legalista –
formas que ainda nos persegue em nossos dias.
1º Legalismo é colocar sua
confiança em rituais. Paulo diz: “Fui circuncidado ao oitavo dia de acordo com
a lei Judaica” (Fp 3.5a). Hoje, um cristão pode dizer: “Eu fui batizado”, “Sou
membro da igreja” ou “Participo da Ceia do Senhor”. Tudo isso é bom, mas não
ganha a aprovação de Deus.
2º Legalismo é colocar a sua
confiança na corrida. Paulo diz: “Pertencente ao povo de Israel, à tribo de
Benjamim” (Fp 3.5b). Tenho o pedigree real. São como estas pessoas, hoje em
dia, falando que tem um relacionamento com Deus porque o tio era um missionário
ou a mãe é cristã. A vida com Deus não funciona desta forma. Todos têm que
decidir, por conta própria, seguir Jesus.
3º Legalismo é colocar sua
confiança em uma religião. Paulo diz: “Sou verdadeiro hebreu” (Fp 3.5c). Alguns
cristãos, hoje em dia, falam a mesma coisa. Eles apontam para sua denominação
quando perguntados sobre seu relacionamento com Deus. Quando chegarmos ao céu,
Deus não perguntará de qual denominação éramos – Ele nos perguntará qual foi
nossa resposta a seu Filho, Jesus.
4º Legalismo é colocar sua
confiança em regras. Paulo também diz: “Quanto à Lei, fariseu” (Fp 3.5d). Os
fariseus eram a elite espiritual. Eles transformaram os “Dez Mandamentos” em
613! Dez não eram suficientes para eles. Eles não comiam nem um ovo que uma
galinha botasse no sábado por causa do “trabalho” da galinha para botar. Eles
não coçariam uma mordida de mosquito no sábado, porque consideravam isso
trabalho. Por chamar a atenção sobre seu passado como fariseu, Paulo estava
dizendo: “Você quer conversar sobre leis? Eu guardei as leis!”
5º Legalismo é colocar sua
confiança na reputação. Finalmente, Paulo acrescenta: “Quanto ao zelo,
perseguidor da igreja; quanto à justiça que há na Lei, irrepreensível” (Fp
3.6). Em outras palavras, Paulo estava dizendo que era um legalista superstar!
Hoje, pode ser que nos gabamos sobre o número de pessoas que freqüentam nossas
igrejas, por quanto tempo oramos ou por quantas pessoas levamos a Cristo na
semana passada. O resultado final é o mesmo – isto não fará Deus ficar nem um
pouco mais feliz conosco.
Não tem
nada de errado com fazer essas coisas. O problema começa quando pensamos que
isto nos dá “pontos” com Deus – mas não dá. Ele nos ama de forma incondicional.
Se nós começarmos a confiar nestas coisas, nós perderemos a alegria e o nosso
ministério desmoronará.
O antídoto
para o legalismo é graça. Graça significa que não temos que merecer o amor de
Deus ou o seu sorriso. Deus está sempre sorrindo para nós. Por que mereço? De
jeito nenhum. Por que guardo algumas leis e regulamentos? De jeito nenhum. É
porque sou coberto pelo sangue de Jesus Cristo.
O problema
para muitos de nós no ministério é que, sutilmente, mudamos nossa perspectiva
de o que Deus fez por nós, para o que estamos fazendo para Deus no ministério.
Isto é perigoso, muito perigoso. Deus não o amará nem mais e nem menos não
importa como você o sirva. Deus o aprova, mas não pelo que você faz. Ele o
aprova pelo que Cristo já fez por você. Isto é graça.
A vida
cristã não é um ritual e nem é sobre leis, é sobre relacionamento. Religião é
baseada em desempenho, mas o Cristianismo é baseado em uma pessoa, Jesus
Cristo. Nunca se esqueça disso ou seu ministério acabará. E você perderá a
alegria. Nada é mais triste do que uma pessoa sarcástica no ministério.
terça-feira, 26 de fevereiro de 2013
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