sábado, 10 de agosto de 2013

COMO IDENTIFICAR OS VERDADEIROS ETS

1 JOÃO 3.1-5
     Tenho ouvido muito sobre os ETs ou extraterrestres, isto é, seres que vivem fora da terra, seres que segundo os cientistas possuem característica genéticas e moleculares diferentes dos humanos. Os próprios cientistas afirmam que os ETs possuem uma capacidade de inteligência bem mais evoluída do que a dos seres humanos.
     Algumas notícias via internet, via artigos e livros contam que os ETs já vivem entre nós há algum tempo. Segundo o ex-ministro do Canadá Paul Hellyer existem quatro espécies de alienígenas vivendo na terra e que eles trabalham juntos com o governo Americano, a fim de desenvolver armas e acelerar o processo de desenvolvimento da ciência e da tecnologia no nosso planeta. Nós cristão sabemos que a evolução da ciência e tecnologia não é de providência alienígena e sim Bíblica - “Tu, porém, Daniel, encerra as palavras e sela o livro, até ao tempo do fim; muitos o esquadrinharão, e o saber se multiplicará." (Daniel 12.4). É fato dizer que esta passagem não fala só do crescimento das tecnologias, mas também do conhecimento da Palavra de Deus, no que se refere às profecias Bíblias.
     Não podemos deixar de falar da quantidade de óvnis que aparecem no céu. O interessante é que os mesmos aparecem em vários lugares do mundo e suas formas sempre são as mesmas – elípticos e que sobem e descem verticalmente, cheios de luzes e que se deslocam de um lado ao outro com muita velocidade. O mais espantoso é que as aparições acontecem em sua grande maioria em desertos, como o deserto de nevada nos EUA, no deserto da fronteira entre EUA e o México, conhecido como deserto de Chihuahua e agora também em alguns pontos do Brasil como, Lavrinhas município de São Paulo e o, mas recente em Campo Grande no Rio de Janeiro. O fato é que, nunca há testemunhas, normalmente é sempre uma pessoa que viu e mesma foi abduzida, isto é, foi pega pelos ETs e passou por um processo de vasculhamento de seus órgão e composição químico-molecular e logo depois, foram soltas em outro local fora de seu destino principal.
     Sobre abdução, o mais novo é o jogador de basquete Baron Davis, segundo o próprio ele estava viajando para Las Vegas e passando pelo deserto de Nevada... Olha aí o deserto de novo! Foi abduzido e sofreu vários exames e quando acordou estava na metade do caminho de volta para casa, portanto, ele nem foi a Vegas. Minha teoria é que ele foi para Las Vegas também conhecida como cidade do pecado, e aprontou de tudo, voltou para casa e só acordou da noitada no meio do caminho.
     Bem! Amados e queridos amigos e irmãos, todas essas procuras são para engrandecimento de nossos desejos humanos que são superficiais e temporais, em minha vida com cristão tenho vivido como muitos ETs, tenho constante relacionamento com eles e nós vivemos em grande comunhão. Isto mesmo, nós cristãos somos os verdadeiros ETs, percebo isto dentro do ônibus, do mercado, da escola, do hospital e em qualquer lugar que um cristão entre. Estava na fila do mercado e passei varias pessoas em minha frente, pois o que eu tinha em meu carrinho era pouco e eu não estava com pressa, quando chegou minha vez, a menina do caixa disse – você não é este deste mundo, como você deixa passar todo mundo em sua frente. Respondia a ela - realmente eu não sou deste mundo.
     João em sua primeira carta demonstra algumas características destes ETs, no verso primeiro do capítulo três ele levanta duas importantes características:

                                                   I.     SOMOS FILHOS DE DEUS
#Vede que grande amor nos tem concedido o Pai, a ponto de sermos chamados filhos de Deus; e, de fato, somos filhos de Deus.
     O texto demonstra nossa natureza celestial, uma natureza modificada pela conversão em Cristo Jesus. Nossos órgãos, nossa composição química toda é afetada, nosso sistema biológico começa a funcionar conforme sua natureza transformada por Cristo. E é fato que esta evolução acontece com o nascer de novo, como apóstolo Paulo fala em gálatas 2.20 - “logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim; e esse viver que, agora, tenho na carne, vivo pela fé no Filho de Deus, que me amou e a si mesmo se entregou por mim."
     O mesmo Paulo enfatiza na carta de segundo os Coríntios - “E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas.” (2 Coríntios 5.17)
     Então, a nossa união com Cristo nos transforma em filhos de Deus, logo, nos unimos ao Pai Celestial. Sendo coerdeiros por Cristo de um “planeta” chamado céu, ou nova Jerusalém.
     É por isso, que somos perseguidos, muitos querem nos estudar, muitos querem nos entender, muitos riem de nós, pois não entendem que estamos entre eles, porém não somos daqui. Precisamos sim, mostrar a todos que ser um ET de Cristo é maravilhoso e perfeito.
     A outra característica é:
                                              II.     O MUNDO NÃO NOS CONHECE
# Por essa razão, o mundo não nos conhece, porquanto não o conheceu a ele mesmo.
     Ao recebermos uma nova natureza, uma natureza Celestial, passamos a ser totalmente estranhos para o mundo. Como Paulo diz: “Porém o homem espiritual julga todas as coisas, mas ele mesmo não é julgado por ninguém. Pois quem conheceu a mente do Senhor, que o possa instruir? Nós, porém, temos a mente de Cristo." (1 Coríntios 2.15-16).
     E assim, não é de admirar que as Escrituras nos descrevam como peregrinos e forasteiros - "Amados, exorto-vos, como peregrinos e forasteiros que sois, a vos absterdes das paixões carnais, que fazem guerra contra a alma," (1 Pedro 2.11)
     O Senhor Jesus não teve origem terrena e o mesmo acontece com os que nasceram de novo. João ainda afirma no verso dois do capítulo três que, ainda não se manifestou o que haveremos de ser, pois a nossa transformação em sua totalidade irá acontecer na glória eterna, nossa verdadeira Terra natal.
     João aponta mais uma característica importantíssima:
                        III.     OS ETS NÃO TRANSGRIDEM A LEI DE SUA PÁTRIA.
# “Todo aquele que pratica o pecado também transgride a lei, porque o pecado é a transgressão da lei." (1 João 3.4)
     No grego o verbo praticar transmite ideia de transformar o pecado em um hábito. O nascido de novo foge intensamente do pecado, o pecar lhe traz dor, e o mesmo precisa rapidamente arrepender-se e pedir perdão ao nosso Deus e Senhor a fim de que o mesmo receba o perdão e não perca seu título de cidadão celestial.
     O nascido de novo não possui hábito de pecar, ele não frequenta constantemente o quarto do pânico, pois o mesmo tem uma nova natureza - “Todo aquele que é nascido de Deus não vive na prática de pecado; pois o que permanece nele é a divina semente; ora, esse não pode viver pecando, porque é nascido de Deus." (1 João 3.9)
     E assim muitos não irão nos entender, vão sempre usar a seguinte expressão: que coisa boba isto! Não tem nada que ver! Não sei por que você não faz isto! Não tem problemas estamos somente eu e você, eu não conto pra ninguém. O ponto é, se transgredirmos alguma lei do homem, tipo: assaltar uma loja, agredir alguém, estou sujeito às leis do país e serei então punido, e terei que pagar pelos os meus crimes.
     O cristão não compactua com o pecado, pois ele conhece as leis de sua pátria e conhece o Deus que serve.
                                            IV.     NÓS CONHECEMOS NOSSO REI.
# todo aquele que vive pecando não o viu, nem o conheceu.
     Os Cristãos conhecem a Deus através de Cristo, nossa natureza modificada, nos aproxima do Pai. Sabemos que estamos no mundo, e que não é o nosso, porém vemos a Deus a cada momento e instante, conseguimos através de nossos sentidos modificados pelo nascer de novo, que o nosso Deus está em todos os lugares nos guardando nos protegendo do mal.
     Conhecer seu Deus é a maior característica de ser cristão, de ser um ET para o mundo, pois eu conheço a soberania de meu Rei, sei que tudo acontece pela ação poderosa e vívida de Deus.
     Agora é simples se tornar um ET, você quer? Então se faz necessário ter estas características, para tanto, para possuí-las e necessário apenas uma ação que é nascer de novo, morrer para este mundo e nascer em Cristo Jesus, pois o próprio disse - “Respondeu-lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim." (João 14.6), isto é, ninguém se torna um cidadão celestial, ou melhor, do reino, sem receber Cristo. Sem tal decisão você ficará vendo óvnis, ETs, conspiração galáctica e muito mais, pare de procurar, olhe e veja a Cristo e se torne um cidadão do Reino de Deus.

E para nós, Cristãos do Reino de Deus, mostremos nossa natureza modificada pelo nascer de novo a todos, a fim de que Cristo através de nossas vidas seja engrandecido. “Em verdade, em verdade vos digo que aquele que crê em mim fará também as obras que eu faço e outras maiores fará, porque eu vou para junto do Pai." (João 14.12)

quarta-feira, 7 de agosto de 2013

APENAS UMA "ESTÓRIA" DE AMIZADE PARA PENSAR!

Sempre que Rogério sai de casa, esquece-se de alguma coisa. Quando se lembra, já é tarde demais.
E o que é que Rogério faz? Absolutamente nada. Só pensa: “Ainda bem que tenho o João”.
O João é o seu melhor amigo, um amigo a sério, um amigo com quem se pode contar.
O Rogério sabe muito bem o que é um amigo com quem se pode contar. Sempre que ele se esquece de alguma coisa, é o João que o livra de apuros.
O Rogério vai para a escola sem sapatilhas.
— Logo vi que ias esquecer-te! — diz o João, tirando um par de meias grossas do saco de ginástica, que entrega ao Rogério.
O Rogério chega ao parque sem bola.
— Logo vi que ias esquecer-te!
O João tem escondida atrás das costas a sua própria bola, que lhe estende.
O Rogério vai com o João à feira popular e não leva dinheiro na carteira.
— Logo vi que ias esquecer-te! — E como não se pode andar no carrossel sem pagar, o João tira uma moeda do bolso.
E é assim dia após dia: o Rogério esquece-se sempre de alguma coisa, o João, nunca… ou será que não?
Não. O João esquece-se sempre dos lápis de cera. Não adianta esforçar-se por fazer a pasta a tempo e horas. Quando chega a aula de desenho, o João não tem os lápis de cera na pasta.
O Rogério sabe que o João se esquece sempre deles, e por isso ele, Rogério, pode esquecer-se de tudo o que há no mundo, só não se esquece dos lápis de cera.
Estão na aula de desenho. O Rogério tira os seus lápis da pasta e põe-nos em cima da carteira. O João volta a ficar corado de vergonha porque deixou os lápis em casa, no quarto.
Então, o Rogério sorri e tira da pasta outra caixinha de lápis de cera, que pousa em cima da carteira do João.
— Logo vi que ias esquecer-te! — diz ele a sorrir.

terça-feira, 16 de julho de 2013

PASTOR ME DÊ TRÊS REAIS DE DEUS

Conta-se que um crente chegou para o pastor da sua igreja e disse: “pastor, eu gostaria de comprar três reais de Deus. Apenas três reais – o suficiente para me dar um sono tranqüilo à noite, mas que não me faça perturbar com a sorte dos negros; que seja suficiente para me fazer dormir, mas que não me faça sofrer com os miseráveis nas favelas. Eu quero só três reais de Deus – que me dê arrepios, mas que não me transforme; que me dê cura divina, e não, cura interior. Eu quero três reais de Deus – que me dê o calor de um ventre e de um útero, mas que não me faça nascer de novo. Três reais de Deus, por favor, em saquinhos de papel -  que me garanta o pão de cada dia, mas que não me deixe inquieto com as crianças que não têm o que comer. Pastor, três reais basta - o suficiente para proteger a minha casa e os meus bens, mas que não me deixe perplexo com a situação dos que dormem debaixo dos viadutos. Três reais bastam – suficiente para me abrir às portas do céu, mas que não me exija abrir os olhos para ver a maldade do meu coração, e abrir os ouvidos para o clamor daqueles desesperados me estendem a mão. Pastor me dê três reais de Deus”.
Esta estória acima retrata com cores bem vivas a realidade do cristianismo que a maioria de nós tem vivido – um cristianismo sem compromisso, um cristianismo interesseiro – de consumo, no qual reduzimos Deus à categoria das ampolas de morfina, dos analgésicos, e o que o que é pior – dos utilitários. Não queremos Deus – queremos apenas aquilo que de “bom” Ele pode proporcionar. Não O procuramos por aquilo que Ele é, mas por aquilo que Ele pode nos dar. Não o buscamos porque O desejemos, mas porque O reconhecemos como imprescindível para alcançarmos os nossos planos pessoais. Na hora da crise, uns se agarram às drogas, às bebidas, aos psicotrópicos; nós recorremos aos nossos suficientes e seguros "três reais de Deus". Afinal, queremos de Deus apenas o suficiente para “ficar de bem com a vida”.
Queremos um cristianismo – um cristianismo que nos levante, nos deixe pra cima, “com um alto astral”, mas que não nos fale de sacrifício, de renúncia, de perdas. Queremos, sim, um cristianismo, mas um cristianismo indolor, sem sofrimento – um cristianismo sem cicatrizes – que não nos deixe marcas. Queremos, sim, um cristianismo que nos tire do inferno, mas que não nos tire de nosso conforto e de nossa comodidade; que fale de amor, mas que não nos faça ver as realidades chocantes das favelas e das ruas das grandes cidades.
Como é triste esse tipo de cristianismo que tem surgido em nossa geração. Um cristianismo de doses homeopáticas, dos “três reais de Deus” – quantidade que nos serve e que nos é suficiente para os problemas do dia a dia. De verdade nós precisamos voltar urgentemente ao verdadeiro cristianismo. Ao cristianismo da graça, mas que não é barata e nem prostituída por nosso descompromisso com a verdade; que salva do inferno, mas que também liberta dos grilhões do pecado; que nos dá paz, mas não nos deixa tranqüilamente indiferentes aos paradoxos e contradições sociais do mundo em que vivemos; que nos fala do céu, mas não nos aliena da nossa responsabilidade de transformarmos essa terra num mundo melhor.
Que Deus nos abençoe.


quarta-feira, 10 de julho de 2013

SER MISSIONÁRIO - FINAL

3º. UM MISSIONÁRIO POSSUI CARÁTER IRREPREENSÍVEL
“Vós e Deus sois testemunhas do modo por que piedosa, justa e irrepreensivelmente procedemos em relação a vós outros, que credes.  E sabeis, ainda, de que maneira, como pai a seus filhos, a cada um de vós,  exortamos, consolamos e admoestamos, para viverdes por modo digno de Deus, que vos chama para o seu reino e glória. " (1 Tessalonicenses 2.10-12)
     Paulo define neste momento o caráter missionário, e para tal, ele utiliza-se de três adjetivos que precisam fazer parte do ministério missionário: piedoso (οσιως - hosios), o interessante é que Paulo usa esta palavra somente na carta para os Tessalonicenses, em nenhuma outra parte do Novo Testamento encontraremos esta expressão, que significa proceder de modo santo, isto é, Paulo e sua equipe estavam demonstrando que o seu proceder era santo, um proceder que vinha de Deus, e que os irmãos podiam estar seguros quanto o que eles faziam e conforme procediam.
     Paulo deixa claro a conduta de seu ministério. Um ministério missionário precisa ser santo, com um proceder digno e honroso diante de Deus e dos homens, porque a avaliação de seu caráter não é aferida pelo que você fala, mas sim, pelo o que você faz.
     Ser piedoso, exercer piedade é fundamental para um missionário, já dizia o filósofo, Teólogo e escritor alemão Friedrich Nietzsche: “A piedade não assenta em máximas, mas em emoções: ela é patológica. A dor dos outros contamina-nos. A piedade é contagiosa”.
     Agora, Paulo deixa claro que ele e sua equipe agem de forma justa (δικαιως – dikaios). Justiça é dar eficácia e precisão na divulgação das Boas Novas.
     Enfim, Paulo diz que seu proceder é irrepreensível (αμεμπτως – amemptos), isto é, de tal forma que não existe razão para censura. Paulo traz a memória dos irmãos, que mesmo ultrajado e maltratado em Filipos, seu falo era real e verdadeiro, nada nele havia de errado. O missionário é irrepreensível, sua conduta não transmite nenhuma censura ou erro.
     Percebemos então, que Paulo deixa claro que seu ministério, o nosso ministério missionário, precisa ter as qualidades de Deus em Cristo, qualidades essas de um Deus piedoso - “Aquele que não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor”. (I João 4.8), de um Deus Justo - "Justo é o SENHOR em todos os seus caminhos, e santo em todas as suas obras." (Salmos 145.17) e de um Deus irrepreensível - "O caminho de Deus é perfeito, e a palavra do SENHOR refinada; e é o escudo de todos os que nele confiam." (II Samuel 22.31).
     Que em Cristo Jesus (Xristoj Ihsouj – Christos Iesous – O Messias Jesus) sejamos missionários de suas Boas Novas, para tal tarefa precisamos ser valentes, amar e termos um caráter sem mácula, pois não vivo mais eu, mas Cristo vive em mim...

Que Deus, derrame seu amor em nós através de seu filho, o que nos tirou das trevas da perdição Jesus Cristo. Amém!

terça-feira, 9 de julho de 2013

SER MISSIONÁRIO - PARTE 3

2º. O MISSIONÁRIO AMA
“assim, querendo-vos muito, estávamos prontos a oferecer-vos não somente o evangelho de Deus, mas, igualmente, a própria vida; por isso que vos tornastes muito amados de nós."
(1 Tessalonicenses 2.8)
Um missionário não importa com sua vida, pois o amor pelo próximo é constante e imenso. O sentimento de Paulo aqui pelos Tessalonicenses, é parecido como de uma mãe que esta disposta a sacrificar a própria vida pelos seus filhos, assim como Cristo, que se dispõe a entregar a própria vida por aqueles que nasceriam de novo na família de Deus. “tal como o Filho do Homem, que não veio para ser servido, mas para servir e dar a sua vida em resgate por muitos.” (Mateus 20.28)
Nota-se que Paulo os chama de amados, do grego agapetos que significa: amados, estimados, queridos, favoritos, dignos ou merecedores de amor. Paulo nutria todos esses sentimentos por aquela igreja. Colocar a obra de Deus como alvo constante em sua vida, é a maior demonstração e amor que um missionário pode mostrar. Paulo demonstra seu amor pelo os irmãos de Tessalônica, porém o amor pelo reino era vivo e vibrante dentro do coração de Paulo, Silas e Timóteo.

Sentir o amor do Reino de Deus em seu coração é sentir a necessidade de compartilhar este amor com outros. Termino este ponto usando uma frase celebre de Jonh Piper: "Onde há paixão fraca por Deus, o zelo para Missões também estará fraco”.

quinta-feira, 4 de julho de 2013

O AMOR E O TEMPO


Houve um tempo em que numa ilha muito pequena, confundida com o paraíso de tão linda, habitavam os sentimentos, como habitamos agora a Terra.
Nesta ilha viviam em harmonia o Amor, a Tristeza, a Sabedoria, a Vaidade, a Alegria, a Riqueza e todos os outros sentimentos.
Um dia, num desses em que a natureza parece revoltar-se, o Amor acordou apavorado porque percebeu que sua ilha estava sendo inundada. Mas esqueceu-se logo do medo que sentia e foi cuidar de outros sentimentos em situações geográficas muito piores que a sua, afinal eles corriam riscos.
O Amor ajudou vários a se salvarem. Cada sentimento ia pegando seu próprio barco e fugiam todos para parte mais alta da ilha de onde avistavam todos os outros sentimentos a caminho sem correrem nenhum perigo com a inundação. Só o Amor não se apressou. O Amor nunca se apressa. Ele queria ficar um pouquinho mais em sua ilha, tentou salvar pequenas e significativas lembranças de amor verdadeiro.
Mas quando já estava quase se afogando o Amor lembrou-se que ele não podia deixar-se morrer. Então saiu correndo em direção dos barcos gritando socorro. Ainda poderia ter sido salvo por alguns deles, mas a Riqueza ouvindo seu grito tratou logo de responder que não poderia levá-lo, pois com todo o ouro e a prata que carregava não podia arriscar afundar seu barco. Passou então a Vaidade que também disse que não poderia levá-lo uma vez que ele, o Amor, se sujara por demais ajudando aos outros e ela não suportava sujeira! Logo atrás da Vaidade vinha a Tristeza que se sentia tão profunda que não queria a companhia de ninguém, mal se apercebeu do Amor. Passou também a Alegria, mas estava tão alegre que não ouviu o pranto do Amor. Sem esperanças o Amor sentou-se na última pedra que ainda se via sobre a superfície da água e começou a minguar.
Seu pranto triste chamou atenção... Um velhinho apareceu num barco. Aproximou-se e apanhou o Amor nos seus braços. Levou-o para a alta Montanha, para perto dos outros sentimentos. Recuperando-se o Amor perguntou a Sabedoria quem era o velhinho que o ajudara. Sabedoria respondeu que tinha sido o Tempo. O Amor questionou:- Porque só o Tempo pode trazer-me até aqui? A Sabedoria então respondeu:
Porque só o Tempo tem a capacidade de ajudar o Amor a chegar aos lugares mais difíceis e a compreender os sentimentos, só o Tempo!


terça-feira, 2 de julho de 2013

SER MISSIONÁRIO - PARTE 2

1º. O MISSIONÁRIO É INTIMORATO.
“Porque vós, irmãos, sabeis, pessoalmente, que a nossa estada entre vós não se tornou infrutífera; mas, apesar de maltratados e ultrajados em Filipos, como é do vosso conhecimento, tivemos ousada confiança em nosso Deus, para vos anunciar o evangelho de Deus, em meio a muita luta."
(1 Tessalonicenses 2.1-2)
No verso um Paulo define que sua missão não foi infrutífera, pois ela sabia e conhecia a obra transformadora de Cristo Jesus. E ele sabia que esta igreja crescia e produzia frutas, mesmo depois de sua partida, como escrito em (1 Tessalonicenses 1.5-8).
Agora no verso dois. Paulo, Silas e Timóteo (1 Tessalonicenses 1,1) mostram sua coragem, altivez e sua valentia na propagação do Evangelho. Mesmo maltratados e ultrajados. O termo grego para maltratado é propascho que significa sofrer previamente, isto é, Paulo e sua equipe já sofriam maus tratos, antes de dizer ou expressar algo, maus tratos físicos e psicológicos. O termo grego pra ultrajados é hubrizo seu significado fixa na ideia de que alguém fala mal de outrem a fim de prejudicar, trazer danos.
Paulo e os seus sofreram tal angustia em Filipos – “Paulo, porém, lhes replicou: Sem ter havido processo formal contra nós, nos açoitaram publicamente e nos recolheram ao cárcere, sendo nós cidadãos romanos; querem agora, às ocultas, lançar-nos fora? Não será assim; pelo contrário, venham eles e, pessoalmente, nos ponham em liberdade.” (Atos 16.37) porém esses missionários leais não se importaram com esses empecilhos, pois seus corações ardiam pelas almas, que precisavam ouvir as Boas Novas.
Nós precisamos olhar para esses heróis da fé e buscar inspiração para nossas vidas, pois para um missionário nada lhe impede de fazer aquilo que Deus lhe propôs. Lutas, dores,perseguições, injúrias, são na verdade pequenos percalços, para aqueles que em tudo veem e esperam o Reino de Deus.

Sejamos, valentes e corajosos, para que Cristo em nós, seja anunciado.

Tito 3 - Análise Teológica Exegética e Contemporânea

  Deus nos salva por sua misericórdia e nos transforma em um povo dedicado ao bem. Essa é a ideia central de Tito 3, que reúne doutrina da s...