"χριστω συνεσταυρωμαι ζω δε ουκετι εγω ζη δε εν εμοι χριστος ο δε νυν ζω εν σαρκι εν πιστει ζω τη του υιου του θεου του αγαπησαντος με και παραδοντος εαυτον υπερ εμου" (Gálatas 2.20)
sábado, 1 de dezembro de 2018
sexta-feira, 23 de novembro de 2018
O QUE É CRISTO?
Jesus
chamava às pessoas a si, dizendo: Venham a mim, todos os que estão cansados
e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso (Mateus 11.28). Buda disse: “Não
olhem para mim, olhem para minha dharma(doutrina)”. Buda também declarou: “Sejam
lâmpadas em si próprios”; enquanto Jesus afirmou: Eu sou a luz do mundo
(João 18.12).
Buda,
Confúcio, Maomé, Gandhi... Como outros fundadores de religião, não realizaram
milagres e não ressuscitaram dos mortos. Jesus curou cegos de nascença, surdos,
mudos, libertou endemoniados, ressuscitou mortos. Além disso, Ele andou sobre o
mar, reprendeu os ventos. Ele mesmo ressuscitou como prova de sua divindade.
E
o mais surpreendente de tudo foi que Jesus atraiu a crucificação, pois, ao
dizer: Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu sou (João 8.58),
Ele declarou o nome sagrado que Deus havia revelado a Moisés, o nome que Deus
usava para falar de si próprio (Êxodo 3.14). Se Jesus não fosse Deus, ninguém
jamais na história teria dito uma blasfêmia maior do que essa. Sendo assim, com
base na lei judaica, ninguém merecia ser crucificado mais do Jesus.
Assim sendo, Cristo é nossa esperança,
significado, propósito jamais apresentados à vida humana. Temos de
tornar-nos santos nesta vida e viver como que “pequenos Cristos” de agora em
diante. Que destino excelente!
terça-feira, 13 de novembro de 2018
APLICAÇÕES: AMAR A DEUS E AMAR AO PRÓXIMO
Jesus concordou que amar a Deus e amar ao próximo
são as coisas que temos que fazer para ir para o céu. Em outra ocasião ele
disse que estes são os dois maiores mandamentos (Mateus 22.37-39). É impossível
ressaltar demais estes dois princípios. Contudo, o amor é pouco entendido e
ainda menos praticado. Muitos veem o amor como uma sensação, um sentimento ou
emoção. Uma vez que têm uma bondosa disposição para com Deus e um espírito
pacífico para com os outros, eles creem que já cumpriram todas as
responsabilidades do amor. Precisamos prestar cuidadosa atenção a estas
ilustrações do amor porque elas nos ajudam a entender o que o amor realmente
significa na prática.
O bom samaritano socorreu o homem necessitado. O
amor é ativo. O amor vê aqueles que têm problemas --físicos ou espirituais-- e
sente compaixão por eles. Muitas pessoas estão muito absorvidas consigo mesmas
para se preocuparem com os outros e suas dificuldades. Para amar como o
samaritano amou, precisamos esquecer de nós mesmos e nos comovermos com o
sofrimento dos outros. Isso nunca é mais verdadeiro do que quando vemos pessoas
que precisam de auxílio espiritual. Jesus viu as multidões como ovelhas sem
pastor e sentiu compaixão por elas, ainda que ele mesmo estivesse exausto
(Marcos 6.34). Ele partilhou ansioso a água viva com uma mulher imoral, a
despeito de sua própria fome, sede e fadiga (João 4). O amor aceita riscos para
ajudar os outros. Algumas vezes o maior risco que tememos é a rejeição. Se
outras pessoas desprezarem nossas tentativas para ajudá-las, sentiríamos
feridos. Assim, buscando isolar-nos do risco de ter nosso ego arranhado,
evitamos aproximarmo-nos delas. É arriscado convidar um vizinho a ler a Bíblia
conosco, chegar a um irmão e reprová-lo, ou desafiar um amigo com respeito à
vida dele. O amor arrisca rejeição para ajudar os outros. O amor faz o que
pode. Não podemos fazer tudo o que alguém possa precisar, mas podemos fazer
alguma coisa. Não temos todas as respostas, mas temos algumas. O amor serve.
Maria escolheu a boa parte e essa escolha
demonstrou seu amor por Jesus. Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos.
E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo.
Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser
omitidas. O que escolheremos? Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do
importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das
coisas que são muito mais valiosas a longo prazo. Uma vez que muitas tarefas
espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo,
elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com
limite de tempo. Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas
que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são
percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas. Marta
recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras
coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para sentar-se e
ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.
O amor é a chave para herdar a vida eterna. Amamos a Deus?
Amamos nosso próximo?
quinta-feira, 8 de novembro de 2018
AMAR A DEUS
E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa
aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; E tinha esta uma
irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua
palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se,
disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que
me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e
afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa
parte, a qual não lhe será tirada. Lucas 10:38-42
Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa.
Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua
visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez. Ela estava
ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas
as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso. Talvez
ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras
tarefas domésticas da família. Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão
para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na
grandemente. Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando. Jesus
apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram
coisas más, porém não eram "aquela coisa" de importância suprema. Ela
estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda
qualidade.
Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o.
Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas
Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor. Tanto Maria como Marta tinham
algum amor por Jesus. Mas Maria era aquela que amava a Jesus com
"todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com
"toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento. Amar
assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se
isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não as fazer.
sábado, 3 de novembro de 2018
AMAR O TEU PRÓXIMO
A parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37) é um
dos mais conhecidos ensinamentos de Jesus. A história apresenta quatro
conjuntos de personagens: O homem que foi roubado, espancado e deixado como
morto. Quase nada sabemos sobre este homem, exceto que estava viajando de
Jerusalém para Jericó. Não sabemos sua classe social, seu caráter, nem mesmo
sua raça. Não sabemos se ele tinha feito alguma coisa para merecer estes
ferimentos. Não faz diferença: O amor ao próximo responde à necessidade, não à
identidade da pessoa. Os assaltantes.
Eles se aproveitaram de sua vítima, tomaram o que puderam, e se desfizeram
dela. Muitos hoje em dia olham para os outros do mesmo modo que os ladrões.
Procuram ganhar o que podem de alguém e depois não se preocupam mais com ele.
Um sacerdote e um levita que estavam viajando pela estrada. Eles viram o homem
ferido e se desviaram, passando pelo outro lado. A despeito da posição
religiosa deles, evidentemente encontraram alguma desculpa para não ajudar. O
samaritano. Um judeu poderia ter esperado que o samaritano tivesse sido o vilão
da história. Mas Jesus mostrou que alguns dos desprezados samaritanos eram mais
justos até mesmo que sacerdotes e levitas.
O que tornou o samaritano diferente? Ele teve
compaixão pelo homem ferido. Os outros estavam tão absorvidos consigo mesmos
que realmente não se interessaram por ele, mas quando o samaritano viu a
vítima, ele teve compaixão dela. Ele se arriscou. O assalto mostrava
vividamente que a estrada era perigosa. Mas ele parou, cuidou dos ferimentos do
homem e levou-o a uma hospedaria para receber tratamento. Ele fez o que pôde. O
samaritano não era um centro médico totalmente equipado. Ele não era médico.
Ele não construiu nenhum hospital. Sem dúvida, havia outros que poderiam estar
bem mais qualificados para ajudar se estivessem na cena. Mas este samaritano
fez o que pôde com o que tinha. Ele tomou de seu próprio óleo e vinho e tratou
os ferimentos. Ele usou seu próprio animal para transportar o homem. Ele pagou
a estadia do homem na hospedaria e prometeu pagar quaisquer despesas restantes
quando voltasse.
Jesus perguntou ao intérprete da Lei qual deles
tinha-se mostrado ser o próximo do homem ferido. Ele respondeu corretamente que
foi aquele que o tinha socorrido. O homem tinha aprendido que a identidade de
nosso próximo não depende de lugar ou raça, mas que todo aquele que necessita
de nossa ajuda é nosso próximo. De novo, Jesus ordenou ao homem: "Vai e
procede tu de igual modo" (Lucas 10.37). O amor precisa ser praticado, não
admirado.
quinta-feira, 11 de outubro de 2018
A DIFICULDADE DE RECONHECER O PECADO SOCIAL.
Podemos
nos sensibilizar bastante com o descontentamento de Deus por causa dos pecados
individuais, mas estar bem menos atentos à condição pecaminosa de um grupo do
qual fazemos parte. Assim, algumas pessoas que jamais pensariam em matar outro
ser humano, em tomar a propriedade de outra pessoa ou em fazer negócios
fraudulentos podem ser parte de uma empresa, de uma nação ou de uma classe
social que de fato pratica esses atos. Tais pessoas contribuem para a prática
desses males por meio de envolvimento financeiro (pagando taxas ou impostos),
aprovação direta (pelo voto) ou por consentimento tácito (deixando de discordar
ou de manifestar oposição).
Há
diversas razões que explicam esse fenômeno estranho:
1º.
Temos a tendência de não considerar
nossa responsabilidade aqueles atos em que não fizemos uma escolha realmente
ativa. A decisão ou a liderança do ato pode ser de outra pessoa; nós
simplesmente condescendemos com o que é feito. Temos bem menos consciência de
nossa culpa pelo que ocorre, já que tais atos seriam praticados ainda que não
participássemos do grupo.
2º.
Podemos estar tão condicionados pela
filiação a um grupo que nossa percepção da realidade fica igualmente
determinada por ele. Se, por exemplo, somos brancos, talvez nunca nos
coloquemos na situação dos negros. Esse condicionamento é tão sutil e amplo que
é possível ignorarmos que há outro lado na questão ou até acreditarmos que não
há questão alguma.
3º.
Podemos não reconhecer o egoísmo de um
grupo pelo fato de ele estar ligado a nosso egoísmo como indivíduos. Embora
haja uma tendência de considerar o pecado basicamente como egoísmo, é possível
realmente pecar de forma mais altruísta. Podemos não lucrar pessoalmente (pelo
menos não de modo óbvio e direto) com determinada ação de um grupo ao qual
pertencemos. Isso talvez nos impeça de ver que o grupo esteja agindo de modo
egoísta. Portanto, nosso sacrifício ou altruísmo em favor do grupo talvez
pareça uma virtude, mas, na verdade, podemos estar lucrando com isso de forma
indireta.
4º.
Nossos excessos podem ser bem menos
óbvios a nós, porque participamos de um grupo. Observe-se, por exemplo, o
comportamento de uma torcida local em um evento esportivo altamente disputado.
Há uma coragem, uma impetuosidade e um orgulho em relação ao time que
provavelmente bem poucos indivíduos pensariam em afirmar sobre si mesmos.
Pessoas que não manifestariam atitudes de superioridade como indivíduos podem
achar que seu país ou sua igreja são superiores aos outros.
5º.
Quanto mais afastados estivermos do
mal, menos real ele nos parecerá. Por isso, é menos provável que nos vejamos
como responsáveis. Muitos achariam difícil encarar um soldado inimigo, apontar
uma arma para ele e puxar o gatilho, pois estariam vendo a pessoa em quem estão
atirando e as consequências de um ato assim., no entanto, não seria tão difícil
participar de um bombardeiro ou de um ataque de artilharia pesada, situação em
que nem as vítimas nem as consequências dessas ações são vistas.
Se nossa responsabilidade fosse fazer a
contabilidade da empresa que fabrica munição, por exemplo, provavelmente nos
sentiríamos ainda menos culpados e responsáveis. Se estivéssemos envolvidos em
uma empresa que faz propaganda enganoso de seus produtos ou costuma fraudar a
lei, certamente nos sentiríamos mal por isso.
Se, porém, fossemos acionistas de uma
empresa que faz a mesma coisa, é provável que tivéssemos bem menos dificuldade
para pôr a cabeça no travesseiro e dormir. Em muitos casos, não sabemos o que
realmente faz um grupo do qual somos cidadãos, acionistas ou membros.
Bem, como resolver esse impasse? Paulo
afirma que o mundo e o Cristão veem as coisas de perspectiva totalmente
distinta. As coisas de Deus são absurdas para o mundo (1 Coríntios 1.21-27);
elas são desprezadas pelo mundo (V.28). Deus, porém, tornou tola a sabedoria do
mundo (1 Coríntios 1.20; 3.19). Isso se deve ao fato de que “espíritos”
diferentes estão envolvidos: “Não temos recebidos o espírito do mundo, mas,
sim, o Espírito que vem de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos
foram dadas gratuitamente por Deus”. (1 Coríntios 2.12).
As coisas e os dons do Espírito de Deus
não são aceitos (de/xomai – dechomai) pelo homem
natural, pois são compreendidas espiritualmente (v.14). Eles são estranhos para
ele e, portanto, não pode (ou não querem) aceita-los. Podemos ter conhecimento
real de Deus. Jesus disse: "Quem vê a mim, vê o Pai"(Jo14.9). Se
quisermos entender o amor, a santidade e o poder de Deus, basta olharmos para
Cristo.
quinta-feira, 9 de agosto de 2018
CARÁTER CRISTÃO
Segundo
o Dicionário Aurélio, caráter é definido por: “qualidade inerente a uma pessoa,
animal ou coisa; o que os distingue de outra pessoa, animal ou coisa; o
conjunto dos traços particulares, o modo de ser de um indivíduo, ou de um
grupo; índole, natureza, temperamento”.
O
significado literal do termo grego charaktēr é “estampa”, “impressão”,
“gravação”, “sinal”, “marca” ou “reprodução exata”.
Caráter
é algo que vai sendo formado e impresso com o tempo em nosso interior, uma
verdadeira marca. O caráter de cada qual não é formado do dia para noite. É um
processo gradual que está relacionado a um amplo conjunto de fatores que
influenciam na formação de cada um.
Meios
como TV, internet, família, religião, infância, desprazeres, decepções,
alegrias, enfim, uma gama variada de fatores influencia na formação do caráter
de cada indivíduo. Desde o berço.
O
CARÁTER CRISTÃO – FORMAÇÃO, INFLUÊNCIAS E VIRTUDES
Assim
como o caráter de cada indivíduo é formado desde o berço, nosso caráter cristão
também passa a ser moldado desde o primeiro passo de nossa caminhada com Cristo
(Jo 1.12; 3.3). Os valores do Reino de Deus passam a ser impressos em nós, para
que verdadeiramente possamos ser seguidores de Jesus Cristo genuinamente.
Deus
usa de muitos meios e formas para que o caráter de seus filhos seja formado,
mas sem dúvida alguma, o principal fator de influência é o agir da Palavra dEle
na vida de cada um, bem como o consolo e direção que o Espírito Santo dá aos
Seus (Ef 1.13). Afinal, o que pode ser considerado como um caráter cristão?
Podemos relacionar alguns pontos, que evidentemente, não serão os únicos:
1.
Não se trata apenas de
bons valores morais | Apesar do cristianismo carregar implicitamente um forte
viés moral – pois a Bíblia nos dá parâmetros morais – o caráter cristão não
está repousando apenas sobre o fato de ser “bom”. A boa moral está contida, mas
de modo algum é o todo. Cada um de nós pode dar exemplos de pessoas que
confessam ser cristãs, mas que não são bons exemplos de conduta digna, bem como
pessoas não-cristãs que são cidadãos de bem.
2.
O cristão genuinamente
bíblico admite suas falhas | Cada um de nós, sem exceção, é um pecador (Rm
3.23). Todos temos o pecado dentro de nós, e isso produz limitações e
consequentemente falhas. A virtude do cristão de caráter é ser transparente, é
ter dignidade suficiente para admitir que é limitado e que depende
completamente da misericórdia e graça do Senhor.
3.
O caráter moldado cria
controle | Quando nosso caráter entra em fase de maturidade, conseguiremos
controlar situações que de algum modo podem manchar a marca de Jesus em nós,
afetando nosso testemunho cristão. Neste ponto de plenitude, não haverá espaço
para amargura, ira, discórdia, egoísmo, arrogância, discussões, facções. Apesar
de – eventualmente – tais coisas ocorrerem, precisam ser enfrentadas e
enfraquecidas. Nosso ser por completo, mente, atitude, palavras, precisa ser um
meio de culto e adoração permanente (Mc 12.30; Gl 5.22).
Com tal
caráter formado em nós, passaremos a frutificar em atitudes que atestam que
somos de Deus e temos Sua Palavra em nossas vidas. Passamos a frutificar em
virtudes, como:
Ø Pureza | vida separada – santificação – para o Senhor. Uma
vida distinta num mundo corrupto (Fp 4.8).
Ø Imparcialidade | trataremos a todos – seja quem for – de modo
único, sem acepção de pessoas. Seremos justos com as pessoas, independente de
afinidade, sejam amigos, parentes, irmãos, parceiros de caminhada (1Ts 5.15).
Ø Sem fingimento | é prezar pela verdade. Não existe espaço para
máscaras e ânimo duplo (1Pe 2.1; Tg 4.8). Humildade | ninguém é autossuficiente.
Vaidade e soberba não devem encontrar espaço no coração do cristão; tais coisas
devem ser banidas de nosso meio! Somos um corpo e dependemos uns dos outros (Mt
5.3). Mansidão | serenidade. Ser manso, não permitindo que disputas e
discórdias tomem conta. Gentil, sensível e paciente com todos (Mt 5.5).
Ø Misericórdia | compaixão pela dor, “pela miséria do coração”
alheio. Entender que nosso próximo pode passar por lutas, dores, infelicidades
extremas. Experimentar e participar do sofrimento alheio (Mt 5.7)
Ø Coração puro | ser livre de impurezas no altar – no coração.
Relacionamento constante com Deus e com a Sua presença, nos limpando
genuinamente daquilo que nos separa dEle (Mt 5.8).
Desenvolvamos
rapidamente nosso Caráter Cristão!
Pr.
Luciano Garcia, sem cera
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