sexta-feira, 23 de novembro de 2018

O QUE É CRISTO?



            Jesus chamava às pessoas a si, dizendo: Venham a mim, todos os que estão cansados e sobrecarregados, e eu lhes darei descanso (Mateus 11.28). Buda disse: “Não olhem para mim, olhem para minha dharma(doutrina)”. Buda também declarou: “Sejam lâmpadas em si próprios”; enquanto Jesus afirmou: Eu sou a luz do mundo (João 18.12).
            Buda, Confúcio, Maomé, Gandhi... Como outros fundadores de religião, não realizaram milagres e não ressuscitaram dos mortos. Jesus curou cegos de nascença, surdos, mudos, libertou endemoniados, ressuscitou mortos. Além disso, Ele andou sobre o mar, reprendeu os ventos. Ele mesmo ressuscitou como prova de sua divindade.
            E o mais surpreendente de tudo foi que Jesus atraiu a crucificação, pois, ao dizer: Eu lhes afirmo que antes de Abraão nascer, Eu sou (João 8.58), Ele declarou o nome sagrado que Deus havia revelado a Moisés, o nome que Deus usava para falar de si próprio (Êxodo 3.14). Se Jesus não fosse Deus, ninguém jamais na história teria dito uma blasfêmia maior do que essa. Sendo assim, com base na lei judaica, ninguém merecia ser crucificado mais do Jesus.
Assim sendo, Cristo é nossa esperança, significado, propósito jamais apresentados à vida humana. Temos de tornar-nos santos nesta vida e viver como que “pequenos Cristos” de agora em diante. Que destino excelente!

terça-feira, 13 de novembro de 2018

APLICAÇÕES: AMAR A DEUS E AMAR AO PRÓXIMO


Jesus concordou que amar a Deus e amar ao próximo são as coisas que temos que fazer para ir para o céu. Em outra ocasião ele disse que estes são os dois maiores mandamentos (Mateus 22.37-39). É impossível ressaltar demais estes dois princípios. Contudo, o amor é pouco entendido e ainda menos praticado. Muitos veem o amor como uma sensação, um sentimento ou emoção. Uma vez que têm uma bondosa disposição para com Deus e um espírito pacífico para com os outros, eles creem que já cumpriram todas as responsabilidades do amor. Precisamos prestar cuidadosa atenção a estas ilustrações do amor porque elas nos ajudam a entender o que o amor realmente significa na prática.
O bom samaritano socorreu o homem necessitado. O amor é ativo. O amor vê aqueles que têm problemas --físicos ou espirituais-- e sente compaixão por eles. Muitas pessoas estão muito absorvidas consigo mesmas para se preocuparem com os outros e suas dificuldades. Para amar como o samaritano amou, precisamos esquecer de nós mesmos e nos comovermos com o sofrimento dos outros. Isso nunca é mais verdadeiro do que quando vemos pessoas que precisam de auxílio espiritual. Jesus viu as multidões como ovelhas sem pastor e sentiu compaixão por elas, ainda que ele mesmo estivesse exausto (Marcos 6.34). Ele partilhou ansioso a água viva com uma mulher imoral, a despeito de sua própria fome, sede e fadiga (João 4). O amor aceita riscos para ajudar os outros. Algumas vezes o maior risco que tememos é a rejeição. Se outras pessoas desprezarem nossas tentativas para ajudá-las, sentiríamos feridos. Assim, buscando isolar-nos do risco de ter nosso ego arranhado, evitamos aproximarmo-nos delas. É arriscado convidar um vizinho a ler a Bíblia conosco, chegar a um irmão e reprová-lo, ou desafiar um amigo com respeito à vida dele. O amor arrisca rejeição para ajudar os outros. O amor faz o que pode. Não podemos fazer tudo o que alguém possa precisar, mas podemos fazer alguma coisa. Não temos todas as respostas, mas temos algumas. O amor serve.
Maria escolheu a boa parte e essa escolha demonstrou seu amor por Jesus. Nossas escolhas sempre demonstram o que amamos. E uma coisa é certa: escolhas serão feitas porque ninguém pode fazer tudo. Algumas coisas que, por si mesmas, são boas e apropriadas, terão que ser omitidas. O que escolheremos? Algumas pessoas escolhem o urgente em vez do importante, fazendo as coisas que precisam ser feitas imediatamente em vez das coisas que são muito mais valiosas a longo prazo. Uma vez que muitas tarefas espirituais (coisas como orar e estudar) podem ser feitas a qualquer tempo, elas tendem a ser postas de lado enquanto nos concentramos em atividades com limite de tempo. Alguns escolhem as coisas que são visíveis em vez das coisas que as pessoas não podem ver. Uma vez que as atividades espirituais não são percebidas pelos outros, elas podem ser facilmente negligenciadas. Marta recebeu bem a Cristo, porém não escolheu a boa parte. Tinha tantas outras coisas que a sobrecarregavam e preocupavam que não teve tempo para sentar-se e ouvir Jesus. O tempo que gastamos com Jesus é um sinal de quanto o amamos.
O amor é a chave para herdar a vida eterna. Amamos a Deus? Amamos nosso próximo?

quinta-feira, 8 de novembro de 2018

AMAR A DEUS



E aconteceu que, indo eles de caminho, entrou Jesus numa aldeia; e certa mulher, por nome Marta, o recebeu em sua casa; E tinha esta uma irmã chamada Maria, a qual, assentando-se também aos pés de Jesus, ouvia a sua palavra. Marta, porém, andava distraída em muitos serviços; e, aproximando-se, disse: Senhor, não se te dá de que minha irmã me deixe servir só? Dize-lhe que me ajude. E respondendo Jesus, disse-lhe: Marta, Marta, estás ansiosa e afadigada com muitas coisas, mas uma só é necessária; E Maria escolheu a boa parte, a qual não lhe será tirada. Lucas 10:38-42
Marta era uma boa senhora. Ela recebeu bem Jesus em sua casa. Ela poderia ter-se incomodado com o serviço extra e a perturbação que sua visita traria e ter pedido a Ele que se fosse, mas não o fez. Ela estava ansiosa por sentar-se e ouvir o Senhor, como sua irmã Maria estava fazendo, mas as exigências de suas preparações deixaram-na sem tempo para fazer isso. Talvez ela estivesse preparando uma refeição, limpando a casa ou atendendo às outras tarefas domésticas da família. Seus elevados padrões nessa área e sua compulsão para ter as coisas bem em ordem para a visita de Jesus frustraram-na grandemente. Ela ficou irada porque sua irmã não a estava ajudando. Jesus apontou o problema dela: estava aflita e aturdida por muitas coisas. Não eram coisas más, porém não eram "aquela coisa" de importância suprema. Ela estava aplicando esforço de primeira qualidade a atividades de segunda qualidade.
Maria, em contraste, sentou-se aos pés de Jesus, ouvindo-o. Havia uma refeição para ser preparada, talvez uma casa para ser limpa, mas Maria escolheu passar o seu tempo com seu Senhor. Tanto Maria como Marta tinham algum amor por Jesus. Mas Maria era aquela que amava a Jesus com "todo" o seu coração, com "toda" a sua alma, com "toda" a sua força, e com "todo" o seu entendimento. Amar assim a Cristo significa escolher buscar as prioridades espirituais, mesmo se isso significar fazer outras coisas não tão bem, ou mesmo não as fazer.

sábado, 3 de novembro de 2018

AMAR O TEU PRÓXIMO



A parábola do bom samaritano (Lucas 10:30-37) é um dos mais conhecidos ensinamentos de Jesus. A história apresenta quatro conjuntos de personagens: O homem que foi roubado, espancado e deixado como morto. Quase nada sabemos sobre este homem, exceto que estava viajando de Jerusalém para Jericó. Não sabemos sua classe social, seu caráter, nem mesmo sua raça. Não sabemos se ele tinha feito alguma coisa para merecer estes ferimentos. Não faz diferença: O amor ao próximo responde à necessidade, não à identidade da pessoa.  Os assaltantes. Eles se aproveitaram de sua vítima, tomaram o que puderam, e se desfizeram dela. Muitos hoje em dia olham para os outros do mesmo modo que os ladrões. Procuram ganhar o que podem de alguém e depois não se preocupam mais com ele. Um sacerdote e um levita que estavam viajando pela estrada. Eles viram o homem ferido e se desviaram, passando pelo outro lado. A despeito da posição religiosa deles, evidentemente encontraram alguma desculpa para não ajudar. O samaritano. Um judeu poderia ter esperado que o samaritano tivesse sido o vilão da história. Mas Jesus mostrou que alguns dos desprezados samaritanos eram mais justos até mesmo que sacerdotes e levitas.
O que tornou o samaritano diferente? Ele teve compaixão pelo homem ferido. Os outros estavam tão absorvidos consigo mesmos que realmente não se interessaram por ele, mas quando o samaritano viu a vítima, ele teve compaixão dela. Ele se arriscou. O assalto mostrava vividamente que a estrada era perigosa. Mas ele parou, cuidou dos ferimentos do homem e levou-o a uma hospedaria para receber tratamento. Ele fez o que pôde. O samaritano não era um centro médico totalmente equipado. Ele não era médico. Ele não construiu nenhum hospital. Sem dúvida, havia outros que poderiam estar bem mais qualificados para ajudar se estivessem na cena. Mas este samaritano fez o que pôde com o que tinha. Ele tomou de seu próprio óleo e vinho e tratou os ferimentos. Ele usou seu próprio animal para transportar o homem. Ele pagou a estadia do homem na hospedaria e prometeu pagar quaisquer despesas restantes quando voltasse.
Jesus perguntou ao intérprete da Lei qual deles tinha-se mostrado ser o próximo do homem ferido. Ele respondeu corretamente que foi aquele que o tinha socorrido. O homem tinha aprendido que a identidade de nosso próximo não depende de lugar ou raça, mas que todo aquele que necessita de nossa ajuda é nosso próximo. De novo, Jesus ordenou ao homem: "Vai e procede tu de igual modo" (Lucas 10.37). O amor precisa ser praticado, não admirado.

quinta-feira, 11 de outubro de 2018

A DIFICULDADE DE RECONHECER O PECADO SOCIAL.



Podemos nos sensibilizar bastante com o descontentamento de Deus por causa dos pecados individuais, mas estar bem menos atentos à condição pecaminosa de um grupo do qual fazemos parte. Assim, algumas pessoas que jamais pensariam em matar outro ser humano, em tomar a propriedade de outra pessoa ou em fazer negócios fraudulentos podem ser parte de uma empresa, de uma nação ou de uma classe social que de fato pratica esses atos. Tais pessoas contribuem para a prática desses males por meio de envolvimento financeiro (pagando taxas ou impostos), aprovação direta (pelo voto) ou por consentimento tácito (deixando de discordar ou de manifestar oposição).
Há diversas razões que explicam esse fenômeno estranho:
1º.   Temos a tendência de não considerar nossa responsabilidade aqueles atos em que não fizemos uma escolha realmente ativa. A decisão ou a liderança do ato pode ser de outra pessoa; nós simplesmente condescendemos com o que é feito. Temos bem menos consciência de nossa culpa pelo que ocorre, já que tais atos seriam praticados ainda que não participássemos do grupo.
2º.   Podemos estar tão condicionados pela filiação a um grupo que nossa percepção da realidade fica igualmente determinada por ele. Se, por exemplo, somos brancos, talvez nunca nos coloquemos na situação dos negros. Esse condicionamento é tão sutil e amplo que é possível ignorarmos que há outro lado na questão ou até acreditarmos que não há questão alguma.
3º.   Podemos não reconhecer o egoísmo de um grupo pelo fato de ele estar ligado a nosso egoísmo como indivíduos. Embora haja uma tendência de considerar o pecado basicamente como egoísmo, é possível realmente pecar de forma mais altruísta. Podemos não lucrar pessoalmente (pelo menos não de modo óbvio e direto) com determinada ação de um grupo ao qual pertencemos. Isso talvez nos impeça de ver que o grupo esteja agindo de modo egoísta. Portanto, nosso sacrifício ou altruísmo em favor do grupo talvez pareça uma virtude, mas, na verdade, podemos estar lucrando com isso de forma indireta.
4º.   Nossos excessos podem ser bem menos óbvios a nós, porque participamos de um grupo. Observe-se, por exemplo, o comportamento de uma torcida local em um evento esportivo altamente disputado. Há uma coragem, uma impetuosidade e um orgulho em relação ao time que provavelmente bem poucos indivíduos pensariam em afirmar sobre si mesmos. Pessoas que não manifestariam atitudes de superioridade como indivíduos podem achar que seu país ou sua igreja são superiores aos outros.
5º.   Quanto mais afastados estivermos do mal, menos real ele nos parecerá. Por isso, é menos provável que nos vejamos como responsáveis. Muitos achariam difícil encarar um soldado inimigo, apontar uma arma para ele e puxar o gatilho, pois estariam vendo a pessoa em quem estão atirando e as consequências de um ato assim., no entanto, não seria tão difícil participar de um bombardeiro ou de um ataque de artilharia pesada, situação em que nem as vítimas nem as consequências dessas ações são vistas.
Se nossa responsabilidade fosse fazer a contabilidade da empresa que fabrica munição, por exemplo, provavelmente nos sentiríamos ainda menos culpados e responsáveis. Se estivéssemos envolvidos em uma empresa que faz propaganda enganoso de seus produtos ou costuma fraudar a lei, certamente nos sentiríamos mal por isso.
Se, porém, fossemos acionistas de uma empresa que faz a mesma coisa, é provável que tivéssemos bem menos dificuldade para pôr a cabeça no travesseiro e dormir. Em muitos casos, não sabemos o que realmente faz um grupo do qual somos cidadãos, acionistas ou membros.
Bem, como resolver esse impasse? Paulo afirma que o mundo e o Cristão veem as coisas de perspectiva totalmente distinta. As coisas de Deus são absurdas para o mundo (1 Coríntios 1.21-27); elas são desprezadas pelo mundo (V.28). Deus, porém, tornou tola a sabedoria do mundo (1 Coríntios 1.20; 3.19). Isso se deve ao fato de que “espíritos” diferentes estão envolvidos: “Não temos recebidos o espírito do mundo, mas, sim, o Espírito que vem de Deus, a fim de compreendermos as coisas que nos foram dadas gratuitamente por Deus”. (1 Coríntios 2.12).
As coisas e os dons do Espírito de Deus não são aceitos (de/xomai – dechomai) pelo homem natural, pois são compreendidas espiritualmente (v.14). Eles são estranhos para ele e, portanto, não pode (ou não querem) aceita-los. Podemos ter conhecimento real de Deus. Jesus disse: "Quem vê a mim, vê o Pai"(Jo14.9). Se quisermos entender o amor, a santidade e o poder de Deus, basta olharmos para Cristo.

quinta-feira, 9 de agosto de 2018

CARÁTER CRISTÃO



Segundo o Dicionário Aurélio, caráter é definido por: “qualidade inerente a uma pessoa, animal ou coisa; o que os distingue de outra pessoa, animal ou coisa; o conjunto dos traços particulares, o modo de ser de um indivíduo, ou de um grupo; índole, natureza, temperamento”.
O significado literal do termo grego charaktēr é “estampa”, “impressão”, “gravação”, “sinal”, “marca” ou “reprodução exata”.
Caráter é algo que vai sendo formado e impresso com o tempo em nosso interior, uma verdadeira marca. O caráter de cada qual não é formado do dia para noite. É um processo gradual que está relacionado a um amplo conjunto de fatores que influenciam na formação de cada um.
Meios como TV, internet, família, religião, infância, desprazeres, decepções, alegrias, enfim, uma gama variada de fatores influencia na formação do caráter de cada indivíduo. Desde o berço.
O CARÁTER CRISTÃO – FORMAÇÃO, INFLUÊNCIAS E VIRTUDES
Assim como o caráter de cada indivíduo é formado desde o berço, nosso caráter cristão também passa a ser moldado desde o primeiro passo de nossa caminhada com Cristo (Jo 1.12; 3.3). Os valores do Reino de Deus passam a ser impressos em nós, para que verdadeiramente possamos ser seguidores de Jesus Cristo genuinamente.
Deus usa de muitos meios e formas para que o caráter de seus filhos seja formado, mas sem dúvida alguma, o principal fator de influência é o agir da Palavra dEle na vida de cada um, bem como o consolo e direção que o Espírito Santo dá aos Seus (Ef 1.13). Afinal, o que pode ser considerado como um caráter cristão? Podemos relacionar alguns pontos, que evidentemente, não serão os únicos:
1.      Não se trata apenas de bons valores morais | Apesar do cristianismo carregar implicitamente um forte viés moral – pois a Bíblia nos dá parâmetros morais – o caráter cristão não está repousando apenas sobre o fato de ser “bom”. A boa moral está contida, mas de modo algum é o todo. Cada um de nós pode dar exemplos de pessoas que confessam ser cristãs, mas que não são bons exemplos de conduta digna, bem como pessoas não-cristãs que são cidadãos de bem.
2.      O cristão genuinamente bíblico admite suas falhas | Cada um de nós, sem exceção, é um pecador (Rm 3.23). Todos temos o pecado dentro de nós, e isso produz limitações e consequentemente falhas. A virtude do cristão de caráter é ser transparente, é ter dignidade suficiente para admitir que é limitado e que depende completamente da misericórdia e graça do Senhor.
3.      O caráter moldado cria controle | Quando nosso caráter entra em fase de maturidade, conseguiremos controlar situações que de algum modo podem manchar a marca de Jesus em nós, afetando nosso testemunho cristão. Neste ponto de plenitude, não haverá espaço para amargura, ira, discórdia, egoísmo, arrogância, discussões, facções. Apesar de – eventualmente – tais coisas ocorrerem, precisam ser enfrentadas e enfraquecidas. Nosso ser por completo, mente, atitude, palavras, precisa ser um meio de culto e adoração permanente (Mc 12.30; Gl 5.22).
Com tal caráter formado em nós, passaremos a frutificar em atitudes que atestam que somos de Deus e temos Sua Palavra em nossas vidas. Passamos a frutificar em virtudes, como:
Ø  Pureza | vida separada – santificação – para o Senhor. Uma vida distinta num mundo corrupto (Fp 4.8).
Ø  Imparcialidade | trataremos a todos – seja quem for – de modo único, sem acepção de pessoas. Seremos justos com as pessoas, independente de afinidade, sejam amigos, parentes, irmãos, parceiros de caminhada (1Ts 5.15).
Ø  Sem fingimento | é prezar pela verdade. Não existe espaço para máscaras e ânimo duplo (1Pe 2.1; Tg 4.8). Humildade | ninguém é autossuficiente. Vaidade e soberba não devem encontrar espaço no coração do cristão; tais coisas devem ser banidas de nosso meio! Somos um corpo e dependemos uns dos outros (Mt 5.3). Mansidão | serenidade. Ser manso, não permitindo que disputas e discórdias tomem conta. Gentil, sensível e paciente com todos (Mt 5.5).
Ø  Misericórdia | compaixão pela dor, “pela miséria do coração” alheio. Entender que nosso próximo pode passar por lutas, dores, infelicidades extremas. Experimentar e participar do sofrimento alheio (Mt 5.7)
Ø  Coração puro | ser livre de impurezas no altar – no coração. Relacionamento constante com Deus e com a Sua presença, nos limpando genuinamente daquilo que nos separa dEle (Mt 5.8).
Desenvolvamos rapidamente nosso Caráter Cristão!

Pr. Luciano Garcia, sem cera

Tito 3 - Análise Teológica Exegética e Contemporânea

  Deus nos salva por sua misericórdia e nos transforma em um povo dedicado ao bem. Essa é a ideia central de Tito 3, que reúne doutrina da s...