A bondade de Deus foi mais ilustremente visível quando Ele enviou o Seu Filho, "... nascido de mulher, nascido sob a lei, para remir os que estavam debaixo da lei, a fim de recebermos a adoção de filhos" (Gaiatas 4:4-5). Foi então que uma multidão dos exércitos celestiais louvou seu Criador e disse: "Glória a Deus nas alturas, paz na terra, boa vontade para com os homens" (Lucas 2:14). Sim, no evangelho “a graça (em grego, a benevolência ou bondade) de Deus se há manifestado, trazendo salvação a todos os homens” (Tito 2:11). Não se pode pôr em dúvida a benignidade de Deus pelo fato de não ter feito Ele a todas as criaturas pecadoras objetos da Sua graça redentora. Não o fez com os anjos decaídos. Se Ele tivesse deixado que todos perecessem, não haveria censura à Sua bondade, A quem quer que desafiasse esta afirmação faríamos lembrar a soberana prerrogativa de nosso Senhor: "Ou não me é lícito fazer o que quiser do que é meu? Ou é mau o teu olho porque eu sou bom?" (Mateus 20:15).
"χριστω συνεσταυρωμαι ζω δε ουκετι εγω ζη δε εν εμοι χριστος ο δε νυν ζω εν σαρκι εν πιστει ζω τη του υιου του θεου του αγαπησαντος με και παραδοντος εαυτον υπερ εμου" (Gálatas 2.20)
sábado, 21 de março de 2020
sexta-feira, 28 de fevereiro de 2020
AS EXIGÊNCIAS DE DEUS
"Sabei que o
Senhor é Deus: foi ele, e não nós, que nos fez povo seu e ovelhas do seu pasto.
Entrai pelas portas dele com louvor, e em seus átrios com hinos; louvai-o
e bendizei o seu nome. Porque o Senhor é bom, e eterna a sua misericórdia; e a
sua verdade estende-se de geração a geração."
(Salmos
100.3-5)
E um truque de satanás tirar nossas mentes
das questões mais importantes e essenciais, distraindo-nos com a sugestão de
considerações triviais. Quando as melhores bênçãos estão solicitando que as
aceitemos, ele trará às nossas mentes as coisas mais insignificantes. Quando
Jesus pregava, o diabo tentava distrair a atenção humana através de debates
sobre dizimar a hortelã, o endro e o cominho, alargar as franjas dos vestidos, usar
filactérios, coar mosquitos, e não sei o que mais. Satanás empregou esse método
junto ao poço de Jacó. Quando o nosso Senhor falou com a mulher
sobre a água viva, e a salvação de sua alma, o maligno a impeliu a perguntar
sobre Gerizim
e Sião:
"Nossos pais adoraram neste monte, e vós dizeis que é em Jerusalém o
lugar onde se deve orar".
Satanás ainda opera com essa mesma astúcia. Conhecendo as sutilezas do inimigo, é nossa responsabilidade superá-lo,
deixando de lado as questões triviais e concentrando-nos nas verdades
fundamentais, as pedras principais da fé, as realidades da vida eterna, a
vitalidade da santidade; e essas nos levam a Deus e a Cristo, longe da sombra
de cerimônias e das nuvens de vãs especulações, na direção da rocha eterna e
das colinas eternas cujos topos são, aos olhos da fé, resplandecidos com a aurora.
Corramos para lá, afastemo-nos das vaidades terrenas, e que o sopro do Espírito nos apresse em direção às realidades
do céu, para que demos às coisas essenciais a atenção que lhes é devida.
Para o que, então,
fomos criados? Não conheço melhor resposta do que a do Pequeno Catecismo: "O fim
principal do homem é glorificar a Deus, e gozá-10 para sempre"
(deleitar-se com Ele). Há grande quantidade de teologia e filosofia nessa
simples resposta, que nossos velhos sábios têm colocado na boca de crianças. Se
o homem tivesse permanecido como Deus o fez, teria sido seu grande prazer glorificar a Deus; fazer a
vontade de Deus seria tão natural para nós quanto respirar, se não tivéssemos
caído da perfeição original. As criaturas que permanecem como Deus as fez
obedecem à Sua vontade - inconscientemente, eu diria, mas onde há consciência
um supremo prazer é acrescentado, o qual torna a consciência e a boa vontade em
maiores bênçãos.
Vejam os planetas -
eles não são teimosos; ao contrário, giram alegremente nas suas trajetórias
predestinadas, porque Deus os ordena a manterem-se nos seus cursos
estabelecidos. Olhem as estrelas vigilantes: não fecham seus olhos brilhantes,
porém sorriem sobre nós de era em era; aquelas sentinelas do céu não extinguem suas luzes, mas
continuam brilhando ininterruptamente, porque Deus disse: "Haja luz",
e delas a luz há de vir. Não ouvimos falar de rebelião entre os corpos celestes
ou de revolta contra a lei que os mantém nos seus cursos celestiais.
E onde há
inteligência, contanto que a inteligência permaneça conforme Deus a tem feito,
não há revolta contra a Sua vontade. O poderoso anjo conta como honra voar
igual a um relâmpago à ordem do Eterno. Não rebaixa a sua dignidade, não
diminui o seu prazer, cumprir as ordens do Altíssimo, respondendo à voz de Sua
palavra. Se fôssemos hoje aquilo que deveríamos ser, seria nosso prazer amar,
servir e adorar a nosso Deus, e não necessitaríamos de pastores para mover-nos
à nossa obrigação prazerosa ou para lembrar-nos das reivindicações de Jeová.
Até mesmo a augusta linguagem do nosso texto não seria necessária para nos
exortar a adorar, a nos curvar e a saber que Jeová é Deus. Ele nos tem feito, e
não nós mesmos, portanto devemos exibir essa verdade em toda partícula do nosso
ser. Devido as coisas serem como são, no entanto, precisamos ser chamados de
volta ao dever e impelidos à obediência, e agora, com a ajuda do bom Espírito
de Deus, submeteremos nossos corações a tal chamado.
sexta-feira, 21 de fevereiro de 2020
MINISTÉRIO PASTORAL
Em combinação com o desejo ardente de ser pastor, é preciso que haja aptidão
para ensinar e certa medida das outras qualidades necessárias ao ofício de instrutor
público. Para provar sua vocação o homem precisa
testá-la com êxito. Não pretendo que na primeira vez que um homem se levantar
para falar, pregue tão bem como Robert Hall em seus últimos tempos. Se a sua
pregação não for pior do que o grande homem fez no início da sua carreira, não
deve ser condenado. Vocês sabem que Robert Hall fracassou
completamente três vezes, e clamava: "Se isto não me humilhar, nada mais
me humilhará". Alguns dos mais nobres oradores não foram dos mais
fluentes nos seus primeiros tempos. Mesmo Cícero no início padecia de voz fraca
e dificuldade de elocução. Contudo, ninguém deve considerar-se
chamado para pregar enquanto não provar que pode falar em público. Claro que
Deus não criou o hipopótamo para voar, e se o leviatã tivesse
forte desejo de subir aos ares com a calhandra, evidentemente seria uma aspiração
insensata, visto que não é dotado de asas. Se um homem for vocacionado para
pregar, será dotado de capacidade em algum grau para falar, capacidade que ele
cultivará e desenvolverá. Se o dom de elocução não existir no início em alguma
medida, não é provável que venha a desenvolver-se.
Ouvi falar de um
cavalheiro que tinha o mais intenso desejo de pregar, e tanto insistiu com o
seu pastor que, depois de múltiplas recusas, conseguiu licença para pregar um
sermão de prova. Essa oportunidade foi o fim da sua importunação, pois, depois de
anunciar o texto, viu-se privado de todas as idéias menos uma, que ele
transmitiu sentidamente,
e em seguida desceu da tribuna: "Meus irmãos", disse ele, "se
algum de vocês pensa que é fácil pregar, aconselho-o a vir até aqui para
perder toda a vaidade."
A prova a que
submetam as suas capacidades revelará a sua deficiência, se vocês não tiverem a
aptidão necessária. Não conheço nada melhor. Devemos dar-nos a nós próprios
uma boa prova nesta questão, ou não poderemos saber com certeza se Deus nos
chamou ou não; e durante a prova, devemos perguntar-nos a nós mesmos muitas
vezes se, de modo geral, podemos alimentar a esperança de edificar outros com os nossos
discursos.
Contudo, devemos
fazer mais do que submeter isso à nossa consciência e ao nosso julgamento, pois
somos juízes
ineptos. Certa classe de irmãos tem grande facilidade para descobrir que tem
sido maravilhosa e divinamente auxiliada em suas declamações. Eu invejaria a
gloriosa liberdade e a confiança própria desses irmãos, se houvesse algum
fundamento para isso. Pois, lastimavelmente, com muita freqüência tenho que deplorar
e lamentar minha falta de sucesso e meus fiascos como orador. Não devemos
confiar muito em nossa própria opinião, mas se pode aprender muito de pessoas judiciosas e de índole
espiritual. De modo nenhum é isto uma lei que deva obrigar a todas as pessoas,
mas ainda assim é um bom e antigo costume em muitas das nossas igrejas rurais,
o jovem que aspira ao ministério pregar perante a igreja. Dificilmente é um
ensaio agradável ao jovem aspirante, e, em muitos casos, mal chega a ser um
exercício edificante para o povo; todavia, pode dar provas de que é um recurso disciplinar
dos mais salutares, e poupa a exposição pública da ignorância excessiva. O
livro de atas da igreja de Arnsby contém o seguinte registro:
Breve relato do
chamamento de Robert Hall Júnior para a obra do ministério, pela
Igreja de Arnsby, 13 de agosto de 1780.
"O referido Robert Hall nasceu em Arnsby em 2 de maio de
1764; desde pequeno foi, não somente sério e dado à oração em secreto antes
mesmo de poder falar com clareza, mas também foi sempre totalmente inclinado à obra do
ministério.
Começou
a compor hinos antes de completar sete anos de idade, e neles revelou sinais de
piedade, de pensamento profundo e de gênio. Entre oito e nove anos fez vários hinos, que foram admirados por muitos,
um dos quais foi publicado na Revista do Evangelho (Gospel Magazine)
aproximadamente na mesma época. Escreveu expondo os seus pensamentos sobre
vários assuntos religiosos e sobre porções seletas da Escritura. Tinha também intensa propensão para os'estudos, e fez
tanto progresso, que o mestre-escola provinciano de quem ele era aluno não pôde
instruí-lo mais. Então foi enviado à escola--internato de Northampton, ficando
aos cuidados do Rev. John Ryland, onde passou cerca de um ano e meio, e
alcançou grande progresso em latim e grego. Em outubro de 1778, foi para a Academia de Bristol, sob os cuidados do Rev. Evans; e, em 13 de agosto de 1780, foi comissionado ao ministério por esta igreja, estando ele com
dezesseis anos e três meses de idade. A
maneira pela qual a igreja chegou a ficar satisfeita com a capacidade dele para
a grande obra foi por ter ele pregado, quando lhe tocou a vez, nas reuniões de
conferências, sobre várias porções da Escritura; nas quais, e na oração, havia
participado por quase quatro anos antes; e, quando em casa, tendo pregado a
pedido dos irmãos muitas vezes nas manhãs do dia do Senhor, para grande
satisfação deles. Portanto, eles pediram calorosamente e unânimes que ele fosse
solenemente separado para o serviço da comunidade. Com efeito, no dia acima
referido, ele foi examinado por seu pai perante a igreja quanto à sua
inclinação, seus motivos e seus fins em vista, com referência ao ministério,
sendo-lhe mostrado igualmente o desejo de que ele fizesse uma declaração dos
seus sentimentos religiosos. Tendo-se feito tudo, para inteira satisfação da igreja,
consagraram-no, pois,
levantando as mãos direitas e com oração solene. Depois o seu pai fez-lhe um discurso baseado em 2 Tm. 2:1:
"Tu, pois, meu filho, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus". Sendo-lhe assim confiada a obra
ministerial, pregou de tarde sobre 2 Ts. 1:7-8.
"Que o Senhor o abençoe e lhe conceda grande sucesso!"
Considerável importância deve ser dada ao julgamento
feito por homens e mulheres que vivem perto de Deus, e, na maioria dos casos, o
seu veredicto não será errôneo. Contudo, este recurso não é final nem infalível, e
deve ser avaliado somente em proporção à inteligência e à
piedade das pessoas consultadas. Lembro-me bem do empenho com que uma piedosa
matrona cristã me dissuadiu de pregar. Esforcei-me para avaliar a impotância da
opinião dela com simplicidade e paciência — opinião essa sobrepujada, porém,
pelo julgamento emitido por pessoas de maior experiência. Os jovens em dúvida
devem fazer-se acompanhar dos seus mais sábios amigos quando vão à igreja rural
ou ao salão de cultos da vila e tentam transmitir a Palavra. Já notei — e o meu
amigo Rogers observou a mesma coisa — que vocês, cavalheiros, estudantes, como
corpo estudantil, no julgamento que fazem uns dos outros raramente erram, se é
que erram alguma vez. Raramente houve um caso, tomada a instituição de modo
global, em que a opinião geral da escola toda sobre um irmão foi errada. Os
homens não são tão incapazes de formar opinião uns dos outros, como às vezes se
pensa. Reunindo-se como o fazem em classe, nas reuniões de oração, nas
conversas e nas várias atividades religiosas, vocês se avaliam uns aos outros;
e o prudente não se apressará a desprezar o veredicto da casa.
Este ponto não estará
completo se eu não acrescentar que a simples capacidade para edificar e a aptidão para
ensinar não bastam. São necessários outros talentos para completar a
personalidade do pastor. Critério sadio e sólida experiência devem instruí-lo;
maneiras gentis e qualidades amáveis devem governá-lo; firmeza e coragem devem
ser manifestas; e não devem faltar ternura e simpatia. Os dons administrativos
para governar bem são condições tão necessárias como os dons instrutivos, para
ensinar bem. Vocês devem ser aptos para dirigir, devem estar preparados para
agüentar, e devem ser capazes de perseverar. Quanto à graça, vocês devem estar
cabeça e ombros acima do restante do povo, capazes de ser seu pai e seu
conselheiro. Leiam cuidadosamente as qualificações do bispo, registradas em 1 Tm. 3:2-7 e Tt. 1:6-9.
Se esses dons e graças não estiverem em vocês, e com abundância, é
possível que tenham bom êxito como evangelistas, mas como pastores não terão
nenhum valor.
sábado, 7 de dezembro de 2019
VIVEMOS EM
TEMPOS MAUS!?
É assim mesmo, essa frase precisa
de dois pontos, quando afirmamos ou exclamamos esta oração, fico a pensar se
não é apenas um engodo de nossa fala cansada e repetitiva, vociferando aquilo
que não entendemos e de certa forma nem procuramos saber.
Se é uma pergunta, fico agora mais
apetecido em buscar algumas respostas para essa indagação.
Começamos assim, não creio que
existam “tempos maus”, creio que exista o “mal” e uso o artigo definido não
para tratá-lo como pessoa, mas como nevoa que perambula sobre toda a história
da humanidade. Não vou fazer uma lista histórica, pois você, meu querido leitor,
pode cair na besteira de entender que minha tarefa é definir o mal, longe
disso, minha intensão é relatar que o “mal” sempre esteve e sempre estará a
rodear e a tocar de alguma forma:
Herodes , O Grande – veja o artigo definindo
clarificando seu ego. Conhecido como um louco que matou sua própria família
e mandou assassinar centenas de rabinos, o rei romano da Judeia também era
tirano e corrupto. Organizou uma espécie de polícia secreta que investigava
qualquer início de rebelião entre os judeus controlados. Qualquer suspeito era
torturado e executado publicamente.
Basílio II – Líder do Império
Bizantino entre 976 e 1025, virou o “matador de búlgaros” após uma guerra que
durou 30 anos. Em uma das batalhas, matou 15 mil e cegou outros 15 mil
(incluindo crianças e mulheres) com adagas em brasa. Também torturava, prendia
ou confiscava os bens dos inimigos.
Ranavalona I – Castigou a ilha
africana entre 1828 e 1861 com uma política isolacionista baseada em trabalhos
forçados. Altos impostos patrocinavam seus luxos e sustentavam o exército, que
ela usava para reprimir o povo. A falta de contato com os europeus vitimou
milhares de pessoas por falta de estrutura e saúde.
Francisco Franco – Diga-me com quem
andas… O Generalíssimo, que controlou a Espanha com mão de ferro de 1939 até
sua morte, alinhou seus ideais políticos com os de Hitler e Mussolini. Chegou
ao poder com uma guerra civil que custou a vida de 500 mil espanhóis e ainda
matou mais 200 mil de fome, após desviar dinheiro para os esforços militares.
Maria I, da Inglaterra – Católica
fervorosa, recebeu o apelido de “Blood Mary” por tratar com crueldade os
cristãos protestantes. Queimou os mais ricos em fogueiras, acusando-os de
heresia, e decretou leis que dificultavam ou extinguiam a prática dessa religião.
Ironia: quando morreu, passou a coroa à meia-irmã protestante, Elizabete.
Nero – O quinto imperador romano
adorava torturar, crucificar ou dar banhos ferventes em cristãos. Também
reservou um pouco de sua loucura para parte de sua família (que ele matou por
pura paranoia, incluindo a mãe), para os romanos (com o famoso incêndio que
durou seis dias, em 64) e até para o apóstolo Paulo (que ele mandou matar).
Ao ler sobre esses você pensa: Ele
esqueceu os maiores! Não esqueci! Coloquei alguns que provavelmente você não
conhecia e aí começa a perceber que não há um tempo especificamente mau, existe
sim o desejo contido em cada ser de colocar sua existência acima de tudo e de
todos. É explicito que toda forma de maldade tem sem propósito em si mesma. Funciona
assim: toda prática do mal tem como objetivo satisfazer o indivíduo, perceba novamente
o artigo definido.
A satisfação está em uma ideia, em
um desejo reprimido, uma combinação de negação e abandono familiar ou em outros
casos sem nenhum motivo, simplesmente a natureza.
O tempo não é mau, o tempo em sim é
uma película interminável que ao rebobinar ilumina o passado, confere ao
presente uma certa mudança mas para, esperando novamente o início da “nova”
história e como toda boa narrativa precisa de eventos e dos personagens sem
eles tudo fica em preto e branco.
O ser humano traz cores, vida e
morte, sem a nossa existência tudo é incipiente – E toda a planta do campo que ainda não estava na terra, e toda a erva
do campo que ainda não brotava; porque ainda o Senhor Deus não tinha feito
chover sobre a terra, e não havia homem para lavrar a terra. (Gênesis 2.5).
Nossa criação “obra principal de Deus” trouxe crescimento, ação e envolvimento.
E é nesse contexto, que o mal, como uma nevoa que corre do véu do tempo,
alcançou os primeiros habitantes e essa nuvem sempre esteve hora, tapando o sol,
outrora dispersado por ele. O mal nunca esteve na criação e sim na criatura.
Aqui já são 749 palavras e
contando... como não somos mais habituados a ler “textões” cheque a seguinte
conclusão, o artigo definido está nela, mas não com a intensão de declarar que
ela não sofrerá alterações durante o desenvolver do filme, mas apenas uma
perícope.
Depois de quinze anos de casamento
três filhos e quarenta de idade comecei a abandonar algumas coisas, apagar
outras, reter certas e desenvolver outras e é assim que encontro algumas
respostas sobre a frase – Vivemos em tempos maus! Digo não! O Mal está em cada
um de nós e precisa ser dilacerado a cada manhã e aprendi isto o com apóstolo
Paulo quando diz: “não mais viver nele, mas sim em Cristo”. Viver uma vida em
Cristo não apaga o mal em nós, mas torna-o inoperante, nosso trabalho é não deixar
que ele se transforme em um câncer.
Então pare de tentar mudar o Mundo
com o Evangelho, deixe primeiro o Evangelho mudar você. Não tente concertar a
perfeição de Deus, é um esforço em vão. Pare olhar para o outro e culpá-lo – Então disse Adão: A mulher que me deste por
companheira, ela me deu da árvore, e comi. (Gênesis 3.12).
Procuro agora inabilitar o mal que
há em mim e deixar que minha cura faça outros também buscar a cura. Não torne o
mundo mau, aceite que você é mau. Assim que,
se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas já passaram; eis
que tudo se fez novo. (2 Coríntios 5.17).
terça-feira, 17 de setembro de 2019
O EVANGELHO
Deus o ofereceu como sacrifício para propiciação mediante a fé, pelo seu sangue, demonstrando a sua justiça. Em sua tolerância, havia deixado impunes os pecados anteriormente cometidos; mas, no presente, demonstrou a sua justiça, a fim de ser justo e justificador daquele que tem fé em Jesus. (Romanos 3.25-26)
A questão é: se você não entender a glória de Deus que é manifesta no evangelho, como então você viverá? Em nossos dias, existem tantos indivíduos que nós chamamos de “endurecidos ao evangelho”, os quais, na verdade, são ignorantes – e não duros – em relação ao evangelho. Existem tantos outros que são realmente nascidos de novo e que estão em busca de motivação, razão, zelo e força na vida cristã, mas não entendem que toda a força da qual eles precisam se encontra somente na verdade do evangelho. Não existe nada mais profundo e mais valioso do que as boas novas consumadas por Jesus Cristo naquela CRUZ. Se entendermos bem essa verdade, teremos todo o fogo de que precisamos ardendo em nosso coração, e não precisaremos mais de falsa empolgação, emocionalismo vazio ou entretenimento barato.
A TOLICE
Assim, as duas filhas de Ló engravidaram do próprio pai (Gênesis 19.36).
A tolice de Ló foi esta: embora o mundanismo de Sodoma atormentasse sua alma justa, ele vivia tão perto do mundo quanto podia, agarrando-se àquela preciosa vida até o seu final amargo. E o resultado foi que, embora Deus tivesse julgado toda Sodoma, exceto Ló e suas filhas, Sodoma renasceu em suas próprias vidas. Vemos, então, que é possível que crentes como nós, que são realmente atormentados pelo curso deste mundo, vivam vidas que são tão profundamente influenciadas pela cultura que Sodoma renasce nas vidas daqueles a quem mais amamos.
A TRAGÉDIA
Então Ló foi falar com seus genros, os quais iam casar-se com suas filhas, e lhes disse: "Saiam imediatamente deste lugar, porque o Senhor está para destruir a cidade! " Mas eles pensaram que ele estava brincando. (Gênesis 19.14).
E o mais trágico: a vida de Ló não fez nada para conduzir sua família e parentes ao céu. Nenhum de seus amigos ou familiares temiam a Deus. Quando ele insistiu que seus futuros genros fugissem da destruição das cidades, “foi tido como zombador”. As palavras de Ló não tinham substância porque ele era insubstancial. Adicionalmente, o estilo de vida de Ló não fez nada para afrouxar o laço da cultura sobre sua esposa. Ela deixou seu coração em Sodoma e, assim, não pôde resistir a olhar para trás — o que levou à sua destruição. A própria mulher que teve suas filhas, que era a pessoa mais íntima, que conhecia os contornos de sua alma, não viu nada nele ou em sua fé para a conduzir da terra ao céu.
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