"χριστω συνεσταυρωμαι ζω δε ουκετι εγω ζη δε εν εμοι χριστος ο δε νυν ζω εν σαρκι εν πιστει ζω τη του υιου του θεου του αγαπησαντος με και παραδοντος εαυτον υπερ εμου" (Gálatas 2.20)
sábado, 22 de agosto de 2020
FOGO ESTRANHO
FOGO
ESTRANHO
Nadabe
e Abiú, filhos de Arão, pegaram cada um o seu incensário, nos quais acenderam
fogo, acrescentaram incenso, e trouxeram fogo profano perante o Senhor, sem que
tivessem sido autorizados. Então saiu fogo da presença do Senhor e os consumiu.
Morreram perante o Senhor. Moisés então disse a Arão: Foi isto que o Senhor
disse: Aos que de mim se aproximam santo me mostrarei; à vista de todo o povo
glorificado serei. Arão, porém, ficou em silêncio. (Levítico 10.1-3 NVI)
As
chances são grandes de que Nadabee e Abiú levaram fogo de uma fonte que não era
o altar de bronze e usaram para iluminar seus incensários. Lembre-se que o
próprio Deus fez o altar queimar com fogo do céu. Aparentemente, Nadabee e Abiú
tinham enchido seus incensários com fogo de sua própria criação ou de uma
fogueira de carvão. O texto Sagrado não nos diz qual a verdadeira fonte que
este fogo foi tirado. Também não é importante. A questão é que eles usaram um
fogo diferente daquele que o próprio Deus acendeu.
Sua
ofensa pode parecer insignificante para alguém acostumado com o tipo de
adoração informal e autoindulgente que é conhecido pela nossa geração. Eles
também podem ter bebido. (Levítico 10.9 parece sugerir que este era o caso).
Entretanto, o que a Escritura expressamente condena é o "fogo
estranho" que foi oferecido. O ponto crucial de seu pecado foi se
aproximar de Deus de uma forma descuidada, teimosa e inadequada, sem o respeito
que merecia. Eles não o trataram como santo e não exaltaram o seu nome na
frente de pessoas. A resposta do Senhor foi rápida e mortal. O "fogo
estranho" de Nadabee e Abiú acendeu as chamas inextinguíveis do juízo
divino contra eles e foram incinerados no local. Esta é uma história séria e
assustadora, e tem implicações óbvias para a igreja em nosso tempo. É claro que
é um crime desonrar o Senhor, tratá-lo com desprezo ou adoração de uma forma
que Ele detesta. Aqueles que adoram a Deus devem fazê-lo do jeito que ele
exige, tratando-o como santo.
O
Espírito Santo, o terceiro membro da Trindade gloriosa, não é menos do que Deus
o Pai ou o Filho. Por isso, desonrar o Espírito significa desonrar a Deus. Abusar
do nome do Espírito é usar o nome de Deus em vão. Alegar que é ele que te dá
força para uma adoração soberba, extravagante e não de acordo com a Bíblia é
tratar Deus com desprezo. Utilizar a pessoa do Espírito Santo para promover um “show”
envolve adoração a Deus de uma forma que detesta. É por isso que muitas
travessuras irreverentes e doutrinas deturpadas que se infiltraram na igreja são
o mesmo (ou pior) o fogo estranho de Nadabee e Abiú. Uma afronta ao Espírito
Santo e, portanto, ao próprio Deus, sendo motivo para julgamento severo. Terrível
coisa é cair nas mãos do Deus vivo! (Hebreus 10.31)
Quando
os fariseus atribuíram a obra do Espírito Santo a Satanás (Mateus 12:24), o
Senhor advertiu-os de que tal blasfêmia de um coração endurecido era
imperdoável. Ananias e Safira morreram instantaneamente depois de mentir para o
Espírito Santo e como resultado disso: "um grande temor em toda a igreja e em
todos os que ouviram estas coisas" (Atos 5.11). Simão, o Mago, quando pediu
para comprar o poder do Espírito Santo com dinheiro, recebeu esta resposta
severa "Seu dinheiro seja contigo para perdição, pois cuidaste que o dom
de Deus se alcança por dinheiro" (At 8.20). O autor de Hebreus, ao
escrever para as pessoas sobre o risco de insultar o Espírito da graça, deu aos
seus leitores este aviso sóbrio: "É uma coisa terrível cair nas mãos do
Deus vivo" (Hebreus 10.31). Claramente, o terceiro membro da Trindade é
perigoso para qualquer um que oferece fogo estranho.
sábado, 1 de agosto de 2020
sexta-feira, 31 de julho de 2020
EM TEMPOS DE PROFETAGEM
Porém o profeta que tiver a presunção de falar alguma palavra em meu Nome, que Eu não lhe tenha mandado falar, ou o que falar em nome de outros deuses, esse profeta morrerá. E, se disseres no teu coração: Como conhecerei a palavra que o Senhor não falou? Quando o profeta falar em nome do Senhor, e essa palavra não se cumprir, nem suceder assim; esta é palavra que o Senhor não falou; com soberba a falou aquele profeta; não tenhas temor dele. (Deuteronômio 18.20-22)
Esses versos são importantes e liberadores, pois coloca algumas características do ser profeta, e essas marcas fazem muito sentido quando olhamos para o momento em que vivemos. Perceba as aplicações do texto:
- Não pode falar aquilo que Deus não mandou falar e muito menos falar em nome de um outro deus. O SENHOR não gosta que misture a fé Nele com outros costumes. Hodiernamente vivemos um “sincretismo velado”, isto é, estamos em uma fusão de diferentes cultos e doutrinas, caminhamos para o absoluto niilismo religioso, onde nada é tudo e tudo é nada, todos têm razão e ao mesmo tempo não têm. Vivemos nos apoiando em paredes de papelão, com os nossos conceitos filosóficos, nietzschianos, querendo responder e falar cheios de eloquência e uma falsa religiosidade. “Perdemos a referência, pastor!”, declarou um de meus irmãos. Temos falado em nome de Deus, mas O mesmo nunca nos mandou falar nada. Falar do deus “eu” um ser vazio que necessita ser aperfeiçoado e orientado. Há muito liberalismo disfarçado de atualismo, produz um belo som aos ouvidos, contudo não produz nada, nada transforma, apenas uma sensação superficial de prazer. Porque, assim como desce a chuva e a neve dos céus, e para lá não tornam, mas regam a terra, e a fazem produzir, e brotar, e dar semente ao semeador, e pão ao que come, Assim será a minha palavra, que sair da minha boca; ela não voltará para mim vazia, antes fará o que me apraz, e prosperará naquilo para que a enviei. (Isaías 55.10-11). Agora você entende que tem muito falador e pouco profeta? Graças a Deus, pelo sacrifício de Cristo naquela rude cruz, pois sem O mesmo, as palavras finais do verso vinte se cumpriria na vida de muitos e muitas... esse profeta morrerá. (Deuteronômio 18.20)
- Então como conhecer um verdadeiro profeta, homem de Deus? Como saberemos? O profeta nos responde essa pergunta de forma brilhante e eficaz – O meu povo foi destruído, porque lhe faltou o conhecimento (Oséias 4.6) Não sabemos identificar, pois nos falta conhecimento do alto. Os conceitos e aplicações deste tempo têm secularizado nossa mente, não permitindo que a Palavra encontre terra para crescer. O terreno do imediatismo, da busca dos saberes pelo autoconhecimento está contribuindo para o culto do “eu”. Não sabemos porque não fomos preparados para saber, mas para jejuar, subir ao monte, semanas de Daniel, óleo ungido. “Shabaractam shabarata......” e por ai vai! Uma profecia não deve ser dada por verdadeira pela quantidade de coisas que o "suposto profeta" acerta sobre a sua vida; devemos analisá-la pela quantidade de referências bíblicas que ela possui, caso contrário ela não passará de uma falsa profecia.
- ...não tenhas temor dele. (Deuteronômio 18.22f). Como vivemos com medo! Eu não estou falando da COVID-19. Até a data em que escrevo esse texto já contei 162 profecias sobre o fim do mundo e para meu espanto a última deixou uma data. O primeiro cavaleiro do apocalipse chegará no Brasil, é isso mesmo, o primeiro cavaleiro virá para nossa nação. Tem mais, já há um grupo de pessoas construindo bunkers, pois a COVID-19 foi o prenúncio do fim e assim sendo, o mundo acabará em fogo e esses, estão no fundo da terra e as altas temperaturas não os alcançarão. Jesus nos ensinou uma regra: “Pelos seus frutos os conhecereis!” (Mateus 7.16). Fica entendido que, se as palavras desse “profeta” não se cumprissem, então é uma prova que de fato é um mentiroso, aproveitador, usurpador, embusteiro, hipócrita, fraudulento, ilusório, trapaceiro..., pois tinha falado com presunção, arrogância e orgulho, sem a devida autorização do SENHOR. Tal elemento não devia ser temido, posto que se apresentasse como se fosse uma grande figura. Esses homens fazem muitos e muitas desviarem-se do reto caminho do SENHOR. Certa feita, vendo as crianças da igreja correndo e é evidente que eu estava junto, correndo também, uma delas disse: O senhor nem parece pastor! E eu perguntei: Como um pastor parece? “Ele olha para gente de cara feia”, resposta direta de uma ovelhinha! Cuidemos de parecer com Cristo e não com o que achamos mais pertinente!
segunda-feira, 22 de junho de 2020
QUE TIPO DE CEGO VOCÊ É?
Em tempos tão nefastos como o que vivemos com a falta de
identidade, de credibilidade, de fidelidade, de fé, de amor sincero, de
respeito mútuo, de considerações razoáveis, de empatia, de razoabilidade, de
esperança, de certezas..., lembrei-me que enquanto garoto entrei em um casarão antigo,
carcomido pelo tempo junto de dois amigos o R e o D, quem me conhece saberá quem
são eles apenas pelas inicias do nome.
Explorávamos todo os cômodos atrás de algum “tesouro”
escondido - coisas que muitos dessa geração nunca entenderão o quão mágico e
transformador é procurar algo sem saber se de fato o algo existe – A grande
casa era do período da escravidão e muitos moradores diziam que houveram
escravos naquele local e que se era possível encontrar artefatos daquele período.
Para um garoto de quinzes anos, era concretização do ser Indiana Jones e o
Templo da Perdição, imaginando como seria comer cérebro de macaco. Um bom entendedor
entenderá!
Enquanto visitávamos a senzala, que ficava no porão da casa
e era de certo que encontraríamos correntes, argolas de metais, quem sabe uma
ossada de algum escravo, a porta do porão que era sustentada por um ripa de
madeira colocada por mim se fechou. Não usarei uma onomatopeia, deixo por sua
conta. A gritaria tomou conta do lugar, os pedidos de socorro entoados por nós
assustavam a nós mesmos. Que sensação aterrorizante! Até que, depois de alguns
intervalos entre um grito e outro fomos percebendo que estávamos com os olhos
fechados.
O medo era tamanho que não percebemos que gritávamos com os OLHOS
FECHADOS, mas ao ABRIR OS OLHOS vimos uma outra janela aberta que nos permitiu
vislumbrar o quintal da casa. Saímos por ela e rapidamente e esbaforidos chegamos
no lado de fora da casa a sensação de estar fora daquele local era uma catarse,
os gritos foram substituídos por risos, gracejo, “botação de pilha”, pô Luciano
você é maior medroso, você também é kkkkkkkkkkkkk. Nunca esqueci esse dia!
Manter os olhos abertos nos permite enxergar entre a
escuridão, levantar as pálpebras nos encoraja a perceber a realidade e enfrentá-la,
como dizia Nietzsche: “a realidade nos transcende”. O oráculo dos olhos,
fornece informações para nossa mente dando-lhe capacidades para processar e
encontrar soluções, questionar, articular, PENSAR, nos permite aliar ideias e
não seguir ideias e nos tira da escuridão do não saber.
Sendo assim é imperativo ter coragem! “Não sou coach, que
fique claro!” É que para abrir os olhos é necessário realmente de coragem
física e espiritual. Paulo (Atos 9.9), ficou três dias na escuridão, não comia
e nem bebia, perdido em si mesmo, sem saber quando sairia do calabouço do não
saber, da polarização dos resultados, se viveria ou morreria na escuridão,
efeito causado pelo encontro com Cristo. Pronto, depois dessa frase o “mimimi”
vai imperar! Pastor Luciano, Cristo não é a luz do mundo? Como ele poderia ter
colocado Paulo na escuridão? Bem, Cristo de fato o deixou na escuridão, não sou
eu que estou dizendo, está no texto, a cegueira de Paulo foi acometida ao
encontrar nosso Salvador. Contudo, em alguns casos é preciso mergulhar na
escuridão do abismo para então lá e somente lá, perceber um faixo de luz ou alguém
abrir a janela e deixar a luz adentrar.
Ananias vivia vendo tudo e todos de acordo com suas
necessidades e competências, se sentia apetecido com tudo que via, nada nem
ninguém lhe tirava a visão, sua alma estava cheia do que ele via. Todavia
recebe uma visão do Senhor (Atos 9.11), perceba, ele viu algo que lhe foi
colocado e não que ele procurou ver e ao enxergar tal visão também ficou cego.
Cego de medo, de terror, de dúvidas, incertezas... “Senhor, a muitos ouvi acerca deste homem, quantos males tem feito aos
teus santos em Jerusalém;” (Atos 9.13)
Temos então nessa história dois cegos: um provocado pelo
encontro transformador de Cristo e outro pelo medo. Ananias criou coragem e
ABRIU OS OLHOS, pois começou a ver com os olhos da fé. Foi e fez o que o Senhor
lhe direcionou a fazer. Dominou seu medo, dominou as incertezas e avançou.
Paulo voltou a ver pois, Ananias trouxe luz pra o local em que havia trevas.
Não há escuridão que resista à luz do Senhor seja ela qual
for! ABRA OS OLHOS de seu entendimento, tenha coragem de ver as ranhuras de sua
alma, tenha empatia pela cegueira alheia, seja você aquele ou aquela que irá
trazer a luz, abrir uma janela, fazer cintilar a luz!
Logo, que as escamas caíram dos olhos de Paulo, seu primeiro
ato foi pregar a Cristo. E
logo nas sinagogas pregava a Cristo, que este é o Filho de Deus. (Atos 9.20).
Não há como ver a Verdade e deixar de viver a Verdade, então, ABRAMOS OS OLHOS
Tito 3 - Análise Teológica Exegética e Contemporânea
Deus nos salva por sua misericórdia e nos transforma em um povo dedicado ao bem. Essa é a ideia central de Tito 3, que reúne doutrina da s...
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